DÁ INSTRUÇÃO AO SÁBIO, E ELE SE FARÁ MAIS SÁBIO AINDA; ENSINA AO JUSTO, E ELE CRESCERÁ EM PRUDÊNCIA. NÃO REPREENDAS O ESCARNECEDOR, PARA QUE TE NÃO ABORREÇA; REPREENDE O SÁBIO, E ELE TE AMARÁ. (Pv 9.8,9)

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Introdução Bíblica ao Ateísmo

Charge de Flamir Ambrósio.


“Em Hobbes, o racionalismo de Bacon se transformara em um ateísmo e materialismo inflexíveis; uma vez mais, nada iria existir, a não ser ‘átomos e o vazio’”, disseca Will Durant, concernente à ascensão do racionalismo e o nadir da crença em Deus.

Neste ensaio analisaremos o ateísmo, primeiramente, definindo o étimo e seu desdobramento nas Escrituras. A seguir, conceituaremos o ateísmo e faremos uma síntese do pensamento de quatro filósofos: Nietzsche, Marx, Sartre e Camus.

Definição

Etimologia: O vocábulo ateu é formado pelo prefixo grego de negação a (“não”, “provação”, “negação”) e pelo substantivo theos, isto é, “deus” ou “Deus”. Literalmente, atheos significa “sem Deus”. A palavra “ateísmo”, no entanto, é formada pelos dois termos anteriores e o sufixo “ismo” que denota “doutrina”, “sistema”, ou “ensino”. O ateu é aquele que não crê em Deus, enquanto o ateísmo designa a filosofia ou os ensinos dos ateus.

Novo Testamento: O termo aparece uma única vez no grego neotestamentário em Efésios 2.12: “que naquele tempo, estáveis sem Cristo [khōris Christou], separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem Deus [ắtheoi] no mundo”. (grifo nosso).

O termo grego ắtheoi, neste contexto, tem o sentido de “não pertencente a Deus”, “sem Deus”, em vez do significado corrente de negar racionalmente a existência de Deus, como o fazem os filósofos ateus. O tipo de ateísmo que este termo (que é um hapax legoumenon[1]) descreve é o denominado “ateísmo prático”, ou seja, aquele que vive como se Deus não existisse ou que a divindade não tem qualquer significado para ele, quer exista quer não. Neste sentido, pode até mesmo ser uma pessoa teísta, mas que não conhece o verdadeiro Deus: “Porque, ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há muitos deuses e muitos senhores), todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele” (1 Co 8.5,6). Observe que ắtheoi no texto de Efésios, não pretende afirmar que a pessoa não crê em alguma divindade, mas que ignora a existência do Deus de Israel. É assim que devemos entender o advérbio de negação khōris, traduzido em diversas passagens por “separadamente”; “à parte de alguém”; “longe de alguém”. Literalmente a expressão khōris Christou, quer dizer “longe de Cristo”, “afastado de Cristo” e não antichristo, isto é, “contrário ou oposto a Cristo”.

O texto de Coríntios não deixa de ser menos revelador. Paulo reconhece que as nações pagãs possuem suas divindades nacionais, entretanto, há um só Deus. Veja que estas não são culpadas de ateísmo, mas politeísmo, por não crerem no único Deus verdadeiro. A própria expressão theoi polloi, isto é, “muitos deuses” formam a palavra “politeísmo” [polli-teos] (cf. 1 Co 8.5). Portanto, à luz de Efésios 2.12, “sem Deus”, ắtheoi, quer dizer “sem o verdadeiro Deus de Israel”.

Portanto, do ponto de vista histórico, o ateísmo em certas circunstâncias corresponde à rejeição de deuses privados ou de uma divindade em especial. É assim, por exemplo, que devemos entender a acusação de ateísmo contra Anaxágora e Sócrates. O primeiro condenado de ateísmo por afirmar que o sol era maior que o Peloponeso e, o segundo, por "corromper" os jovens e negligenciar os deuses durante uma cerimônia de adoração. Até mesmo os cristãos foram considerados ateus no Império Romano. No século II, Justino fez referência à acusação de ateísmo contra os cristãos. Em sua Primeira Apologia escrevera a respeito da turba colérica que gritava contra os cristãos “Morte aos ateus, morte aos sem-Deus”. Em resposta, o apologista sentenciou: “Somos ateus de todos os pretensos deuses”. Estas manifestações são consideradas como “pseudo-ateísmo”, uma vez que os envolvidos criam em alguma divindade, mas rejeitavam a forma grotesca, antropomórfica e pagã de certos cultos e religiões.

Antigo Testamento: Não há no Antigo Testamento um termo hebraico próprio para expressar o conceito de ateu à semelhança do grego neotestamentário. Em Salmos 14.1, o nābāl, isto é, “o louco”, “insensato” ou “ateu” é aquele que vive como se Deus não existisse (cf. Sl 53.1). Este é o louco que blasfema contra o Senhor (Sl 74.18). O povo de Israel também é definido como ‘am nābāl, isto é, “povo insensato ou ateu” em razão de não reconhecer os grandes benefícios proporcionados pelo Senhor Deus de Israel (Dt 32.6). Nestas referências, o termo hebraico nābāl designa, provavelmente, não alguém que está sinceramente convicto de que Deus não existe, mas que está mal orientado quanto à existência de Deus. O texto da Septuaginta – tradução grega do texto hebraico – verte o termo hebraico citado por ăphrōn, ou seja, “tolo”, “ignorante”. A expressão Oủk ĕstin Theos, isto é, “Não há Deus” denuncia o estado de completa ignorância e tolice de quem assim pensa e vive.

O ateísmo tanto prático quanto teórico é, segundo as Escrituras, a principal causa da corrupção e degeneração do homem (Sl 14; 53; Rm 1.18-32). O insensato que vive como se Deus não existisse ou que O confunde com a criação, possui um “coração insensato” (Rm 1.21). No original a expressão “coração insensato” (ăsynetos kardia), literalmente é “sem entendimento de coração”. Se considerarmos o termo kardia de acordo com idiomatismo hebraico, podemos afirmar que o ateu ou insensato é “aquele que vive sem o conhecimento de Deus”. E, pelo que se depreende de uma leitura atenciosa de Romanos 1.18-32, o ateu ou ignorante é aquele que não conhece o Deus único e verdadeiro. Vários termos empregados por Paulo se relacionam diretamente à falta de episteme ou conhecimento correto acerca de Deus. Vejamos:

v. 18: Apokalyptetai (Descoberto está)

v. 19: gnōston (que se pode conhecer); phaneron ( manifesto)

v. 20: nooumena (entendidas)

v.21: gnontes (tendo conhecido); dialogismois (cogitações);asunetos (sem entendimento)

v.22: sophoi (sábios); emōranthēsan ( se fez estulto)

v. 28: epignōsei (conhecimento sobre)

v. 31: asunetous ( sem entendimento)

v.32: epignotes (tendo conhecimento sobre)

Conceituação

O ateísmo é a doutrina filosófica que admite a não existência de Deus. Segundo o ateísta, não há qualquer prova relativa à realidade de Deus, pois as evidências pressupõem a não existência de qualquer divindade. Com o advento do racionalismo, os filósofos e humanistas seculares passaram a considerar o conhecimento religioso como uma espécie de conhecimento mítico, necessário à humanidade enquanto esta ainda estava em sua gênese. De acordo com a epistemologia, o conhecimento religioso cumpria uma função teleológica, isto é, das causas e dos fins. Como o homem primitivo não sabia explicar as causas dos fenômenos físicos, atribuía a essas manifestações da natureza causas metafísicas ou divinas. No entanto, com a ascensão da ciência e do conhecimento não há qualquer necessidade de Deus ou de divindades para explicar os fenômenos físicos ou a existência do universo.

Todavia, nesse princípio argumentativo há muito preconceito em relação ao que é ou não científico. Se entendermos como pré-científico todo o conhecimento anterior à ciência moderna, onde fica a matemática, a lógica, a filosofia? Deixaram de ser ciência com o advento da modernidade? Se pré-científico deve ser entendido como anticientífico, isto é, como mito ou mágica, é muito mais provável que a ciência tenha sua gênese nessas manifestações religiosas do que o cristianismo. Se o “poder místico ou mágico” se refere à manipular as forças da natureza por meio de fórmulas, rituais, plantas e palavras, isto não seria uma pré-manifestação do tecnicismo, por meio do qual tudo se transforma? Não se pode argumentar ad absurdum que o cristianismo compactua com a magia, uma vez que a tradição cristã sempre se opôs a esse tipo de religiosidade. No entanto, o cristianismo não apenas admite como também ensina a intervenção divina nas forças naturais do universo. Mas não se trata de manipulação por palavras mágicas, mas da ação soberana da vontade de Deus. Os cristãos também ensinam que toda a criação foi criada por Deus com um propósito específico; que Deus Criou e estabeleceu as leis físicas que os próprios cientistas investigam.

Como teoria do conhecimento, o ateísmo distingue-se do ceticismo, do agnosticismo e do teísmo. Vejamos:

O Cético: Duvido que Deus existe. Não tem certeza .
O Agnóstico: Não é possível saber se Deus existe. Não é possível saber .
O Ateu: Deus não existe. Está convicto.
O Teísta: Deus existe. Está convicto.


O Ateísmo e a Filosofia

A filosofia é uma das mais extraordinárias manifestações do conhecimento e da razão humana. No entanto, por várias vezes, recusou-se a admitir o verdadeiro conhecimento. Não há sabedoria e amor ao conhecimento quando se nega a existência de Deus. Célebres filósofos se equivocaram ao afirmar a não existência de Deus. Entre esses destacamos.

F. Nietzsche: Afirmou categoricamente que os deuses estão se decompondo e que Deus está morto.

Karl Marx: Escreveu que possuía ódio a todos os deuses e, que a religião é o ópio do povo.

J. Paul Sartre: Sentenciou que se Deus existe, o homem é um nada; se o homem existe, Deus não existe.

Albert Camus: Consolidou o conceito de Nietzsche de que Deus está morto, e que o filósofo não matou a Deus, mas o encontrou morto em seus contemporâneos.

Características do Ateísmo Moderno

O ateísmo moderno possui como principais características:

Anticristão: Não se opõe apenas as religiões, mas procura combater severamente o cristianismo. Para eles o Deus cristão é fraco e obsoleto.

Preconceituoso:Para o ateu moderno os cristãos são pessoas incultas, fracas e omissas aos problemas políticos e sociais.

Antidogmático: Rejeitam qualquer dogmatismo religioso. Não aceitam as doutrinas e valores cristãos. Considerando-os desnecessários e anacrônicos ao homem moderno.

Partidários: Muitos opositores do cristianismo e da moral cristã são partidários de grupos marxistas que ainda consideram o cristianismo como atraso à civilização em constante progresso.

Soli Deo Gloria!



[1] Hapax legoumenon, significa “dito ou escrito uma única vez”. Quando este termo é empregado quer dizer que o termo relacionado aparece apenas uma vez nas Escrituras. Para saber mais sobre hapax legoumenon, suas divisões e os métodos de interpretação relacionados, consulte: BENTHO, Esdras Costa. Hermenêutica fácil e descomplicada. 7. ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.181-188.

22 comentários:

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Esdras:

Sempre visito o seu blog, mas não tenho tido a oportunidade de comentar os seus ensaios, como sempre bem articulados e fundamentados.

No tema agora proposto, quanto mais chego à maturidade, quanto mais estudo e, sobretudo, quanto mais leio a Bíblia, mais me convenço que descrer da existência de Deus contraria toda a lógica e só pode ser fruto de cegueira espiritual, pois o testemuho que nos dão a ciência, a criação, a natureza e a própria razão manifesta a glória de Deus, anuncia a obra de suas mãos, permitindo-nos concluir que a sua existência é um fato, creiam ou os "ắtheoi".

Como dizia Pascal, é melhor crer na existência de Deus e, em não existindo, não se perdeu nada, do que descrer e, em existindo, perder-se tudo.

Abraços

Pastor Geremias do Couto disse...

Caro Esdras:

Sempre visito o seu blog, mas não tenho tido a oportunidade de comentar os seus ensaios, como sempre bem articulados e fundamentados.

No tema agora proposto, quanto mais chego à maturidade, quanto mais estudo e, sobretudo, quanto mais leio a Bíblia, mais me convenço que descrer da existência de Deus contraria toda a lógica e só pode ser fruto de cegueira espiritual, pois o testemuho que nos dão a ciência, a criação, a natureza e a própria razão manifesta a glória de Deus, anuncia a obra de suas mãos, permitindo-nos concluir que a sua existência é um fato, creiam ou os "ắtheoi".

Como dizia Pascal, é melhor crer na existência de Deus e, em não existindo, não se perdeu nada, do que descrer e, em existindo, perder-se tudo.

Abraços

pr. zwinglio rodrigues disse...

Paz, caro colega!

Ótimo texto!

Quero indicar-lhe um texto traduzido pelo irmão Vítor no blog dele que trata da "Psicologia do Ateísmo". O autor do texto é Paul Vitz.

Eis o endereço:
http://despertaibereanos.blogspot.com/2008/05/psicologia-do-atesmo-paul-vitz-phd.html

Valmir Nascimento Milomem disse...

Pr. Esdras,

A tríade anti-teísta composta pelos ateus, agnósticos e céticos tem intensificado seus ataques ao cristianismo nos últimos tempos. Percebe-se, nitidamente, sua ação no sentido de tentar desfazer os fundamentos da fé cristã, e até mesmo os valores culturais por ela criada que estão no meio da sociedade.

Sob o argumento de que o Estado é laico, estão buscando fazer dele um Estado ateu. Ocorre que essa lógica é equivocada, afinal, laicismo não é sinônimo de descrença na Divindade; é, por outro lado, a separação entre Igreja e Estado.

Mas não era para ser diferente, afinal, o atéismo nasce com um defeito crônico fadado ao fracasso, cuja teorias sucumbem ante os argumentos lógicos, históricos e antropológicos; afinal, todas as coisas apontam para a existência de um Criador Soberano, onde todos haveremos de nos apresentar.

Mas a intenção do ateísmo é tirar Deus do cenário, e se Ele não existe, tudo é permitido, como disse o escritor russo.

Grande Abraço

Valmir

Onesimo Mesquita disse...

Pr. Esdras,

Parabens por esta grande postagem que só enriqueçe cada vez mais seu blog.
Observei pela esplanação q podemos falar até de um ateismo cotidiano na vida das pessoas q não tem verdadeiramente um conhecimento de Deus e um ateismo de trincheira daqueles q se levantam contra o conhecimento de deus (e.g R.dawrkins)

E mudando so um pouco de assunto estou lendo o livro A um significado nesse texto? de Vanhoozer, vc ja leu ? oq vc Achou de sua abordagem?

UM abraço e esperamos pela proxima postagem.

Onésimo Mesquita

Juber Donizete Gonçalves disse...

Prezado irmão Esdras,

Alguém escreveu: “Deus está morto!”— assinado Friedrich Nietzsche. Veio outro alguém e escreveu: “Nietzsche está morto!”— assinado Deus. Como o Pr. Geremias do Couto, bem comentou, descrer da existência de Deus é fruto da cegueira espiritual. Como diz o Salmo 14: "Diz o insensato no seu coração, não há Deus". Parabéns pelo artigo postado.

Graça e paz,

Pr. Juber Donizete Gonçalves
www.juberdonizete.blogspot.com/

Robson disse...

Salve Esdras!

Artigo muito interessante e oportuno. Os recentes ataques dos defensores do ateísmo (entre eles o de Dawkins) chama a atenção pelo volume e pela virulência.
A agressividade destes ataques, revelam um lado obscuro e dogmático dos defensores do culto à ciência.
E por quê isso? Porquê a ciência quer ocupar o lugar da fé e da religião nos corações da humanidade e, para isso, quer eliminar seus "concorrentes". Os cientistas seriam os profetas deste futuro sem doenças nem fome, nem que para isso embriões humanos se transformem em ratos de laboratório e multidões se tornem cobaias pois consomem alimentos transgênicos sem o saber. Afinal, a ciência não possui uma ética que reconheça a sacralidade da vida humana mas sim pela corrida desenfreda pela busca do conhecimento, custe o que custar.
Como diz a Palavra: "achando-se sábios, tornaram-se louco".

Fique na Paz, meu amigo, e como sem humor a vida não tem graça, deixo-lhe a minha tradicional saudação "quase" em latim:

"brócolis et aspargos, hortaliças est"

Anônimo disse...

Ana Paula Bentho.
Olá!!
Deu tudo certo, cheguei com segurança.
Beijos.
Da Esposa.

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene
Prezados amigos, peço desculpa por não responder imediatamente o comentário dos companheiros. Enquanto escrevo, aguardo no saguão do hotel, em Campina Grande, PB, o automóvel que me conduzirá à conferência do CAPED. Agradeço a estimada atenção e apreço dos amigos. Tenho visitado o blog dos caros amigos, mas não fiz qualquer comentário, pois o tempo urge em nossas atividades ministeriais e profissionais.
Estou em Campina Grande, PB, a terra onde nasci. Passados 37 anos, após a imigração de minha família ao Rio, aqui retorno lembrando-me das palavras do paraibano Augusto dos Anjos: “Voltando à pátria da homogeneidade, a minha sombra há de ficar aqui”. Disse isto diante de um tamarindo que acompanhara sua infância dolorosa nestas plagas.
Um abraço a todos

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene
Prezado Pr. Geremias do Couto obrigado por suas palavras motivacionais. Sei que não é fácil para o caro amigo dispor-se à escrever no blog dos amigos, ainda mais diante dos desafios que a Cruzada lhe impõe. Mas fico contente pela consideração. Concordo plenamente com o seu comentário a respeito do ateísmo. Essa teoria, semelhante a evolução, deixou de ser uma hipótese para transformar-se em “religião”, “culto”.
A revelação geral, comprova sim, a existência de Deus. Há uma Inteligência e Poder por detrás da criação.
Um abraço

Daladier Lima disse...

O que destaca o ateísmo histórico do atual é sua militância. Os que crêem, mas não fundamentam sua fé num conhecimento mais aprofundado de Deus, sentir-se-ão tentados a abandonar sua crença.

Oremos!

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado pr. zwinglio, muito obrigado pela "dica", conferi o artigo...muito bom!
Esperamos que novos textos sobre o ateísmo sejam produzidos, apresentando alguma coisa além daquilo que já foi lido; ao que parece, esse é o nosso desafio. E o texto indicado é primoroso.
Um abraço

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Valmir, seus comentários são oportunos. Quero destacar o pensamento de que para os ateus um "estado laico é um estado ateu". Uma ótima proposição. Se possível, o amigo poderia desenvolver um artigo a respeito do tema.

Um abraço

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Onésimo, obrigado por suas palavras motivacionais. O livro citado é muito bom...obra de fôlego que deve ser lida por todos os que estudam hermenêutica, principalmente os que desejam se aprofundar nos métodos e sistemas hermenêuticos contemporâneos.
Continue lendo e fichando cada capítulo do livro.
Um abraço

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado irmão Juber, sou grato pela sua participação no Teologia com Graça.
A farse citada pelo amigo é muito interessante, uma frase anônima, mas oportuna.
Um abraço

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Daladier, suas palavras são oportunas. Haja vista o lançamento no Brasil da obra de MICHEL ONFRAY: Tratado de Ateologia. Todos os que estão comprometidos com uma apologia séria do cristianismo, acredito, são obrigados a ler a obra de ONFRAY, pois ao que parece, ele redefine algumas nomenclaturas já viciadas no círculo cristão, e.g., ateísmo e hedonismo.

Vamos todos conferir!!

Um abraço

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene


Prezado amigo Robsom, sua primeira participação honra o Teologia com Graça (mas sem risadas).

Você destacou com probidade as palavras-chaves do discurso moderno contra os ateus: culto; dogma; sacralidade; profetas. Ora, estes termos são pertinentes à religião e não a ciência, mas por que aplicamos à ciência e ao ateísmo? Porque eles se tornaram uma religião, uma seita, um fundamentalismo cego.

Continue conosco, e desculpe a demora.

Manjericão, abóbora et melancia "prá" você também.
Não deu rima, mas também é leguminosa.

Faculdade Teológica disse...

Parabens muito bom seu Post!!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Faculdade Teológica disse...

Que Deus continue abençoando seu trabalho e nos edificando com seus post Fica Na Paz!!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Faculdade de Teologia disse...

Parabens muito bom seu Post!!!!Fik c paz d cristo!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Ricardo disse...

"Introdução bíblica ao ateísmo"
Assim como o texto, seu título fica devendo e muito à lógica.

Preconceito, preconceito e mais preconceito.

Não use argumentos bíblicos para defender a bíblia. Não faz o menor sentido.

Tenho certeza que tudo o que sabe do ateísmo é o medo.

Informe-se. No ateísmo, as perguntas são permitidas.

Anônimo disse...

Nossa, fala-se em ateísmo como preconceituosos, mas esquece que a maioria dos seguidores cristãos são preconceituosos inclusive com os mesmos.
De fato, seu estudo bíblico está muito fundamentado, digno de um mestre em teologia. Porém, nunca li tanta, taaaanta baboseira sobre quem é ateu. Permita-me primeiramente chama-lo de tolo! Onda já se viu, um ateu e ser preconceituosos com religiosos? Vocês, inclusive no seu texto deixa isso explicito! "Procura combater severamente o cristianismo", qual ateu, vai perder tempo, para promover o anticristianismo?? Pelo amor! Estão mais preocupados em procurar conhecimento, do que proliferar a discórdia!
Eu tenho muitos amigos religiosos, e muitas vezes fui em cultos e " células ", nunca tive problema algum com nenhum deles, e nenhuma discussão é vista de forma preconceituosa ou " inculta". Não os vejo como sem cultura ou burros. Pelo contrario, são muitos argumentativos e inteligentes!
Vocês querem promover a fé por um deus e esquecem de viver. Domingos com igrejas lotadas e zero família. Ficam enturmados na igreja esquecem dos filhos, da familia! Meu vizinho vai pra igreja e condena a esposa por ir de vez em quando a chamando de "desviada", sendo que a mesma lê a bíblia em casa. Qual o problema nisso?
É por esse seu comentario idiota e muitos outros preconceituosos que somos vistos como do " capeta ", " Jesus vai te salvar", "joga ele no inferno pra queimar".
Você com esse pensamento tolo e ignorante deveria fazer algo melhor da vida: aproveita-la! Porque ela não é pra sempre!

TEOLOGIA & GRAÇA: TEOLOGANDO COM VOCÊ!



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