DÁ INSTRUÇÃO AO SÁBIO, E ELE SE FARÁ MAIS SÁBIO AINDA; ENSINA AO JUSTO, E ELE CRESCERÁ EM PRUDÊNCIA. NÃO REPREENDAS O ESCARNECEDOR, PARA QUE TE NÃO ABORREÇA; REPREENDE O SÁBIO, E ELE TE AMARÁ. (Pv 9.8,9)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Hermenêutica Contemporânea: uma síntese

Chargista: Frank

Ranços e Avanços

A Hermenêutica, como teoria geral da compreensão, é a ciência que investiga a apreensão e interpretação do sentido das coisas pelo sujeito cognoscente. Como (o processo) o indivíduo chega a conhecer é tarefa da epistemologia, mas como (o efeito) o ser interpreta esse saber e o traduz cheio de significado para si é ocupação da hermenêutica. A hermenêutica enquanto ciência da compreensão do texto não se reduz ao contexto teológico, mas o transcende.

Nas conferências de 1819, Schleiermacher (2005:91) afirmou que a hermenêutica enquanto arte geral da compreensão ainda não existira, mas sim, “várias hermenêuticas especiais” – filológica, teológica e jurídica. Seu objetivo era desenvolver uma hermenêutica geral, cuja arte da compreensão fosse aplicada às diversas categorias de textos e obras de arte.

Logo, a direção perfilada pela ciência hermenêutica não se limitaria às regras de interpretação e exegese bíblicas, mas as superariam. Trata-se de uma metodologia que, de acordo com Richard Palmer (1996:51) “é simultaneamente um fenômeno epistemológico e ontológico”.

Assim, é

λόγος (logos) e desvelamento;

επίστημη (epistēmē) e descoberta;

τέχνη (tekhnē) e ποιησις (poiēsis);

lógica e pathos.

De acordo com Maria Amaral (1994:9), assim como a fenomenologia, a semiótica e outras ciências afins, a hermenêutica contemporânea não é “uma disciplina particular com limites e temas determinados, mas antes uma ‘corrente’ ou ‘tendência’ que se ocupa de questões dos mais diferentes setores da existência”.

Por conseguinte, a hermenêutica abandona o estatuto de metodologia da exegese bíblica para tornar-se, a partir de Schleiermacher, Dilthey, Heidegger e Gadamer, na Alemanha, e Focault, Derrida e Ricoeur na França (para citar apenas os mais influentes), uma filosofia da dúvida, mesmo que metodológica.

Desde Heidegger a hermenêutica não mais se restringe à ciência da interpretação gramatical e das formas de comunicação dialógica (Schleiermacher: 2003; 2005), nem permanece circunscrita a uma metodologia para as Geisteswissenschaften (Dilthey: 1992), mas assume caráter ontológico e fenomenológico.

A partir de Ser e Tempo, Heidegger definirá a hermenêutica como método fenomenológico da interpretação (Auslegung) do ser do Dasein – a hermenêutica do Dasein. Embora Heidegger mantenha o estatuto da hermenêutica como teoria da compreensão, afasta-se do foco hermenêutico de seus antecessores subscrevendo-a como a teoria da compreensão do ser.

Logo, a hermenêutica, enquanto ciência geral da interpretação, não se ocupa apenas com as regras de interpretação e exegese do texto, mas também com o processo de compreensão que recebe, de acordo com as correntes de interpretação, ênfase distinta e, por vezes, contraditória.

Todavia, os pressupostos da Hermenêutica Contemporânea não resultam apenas da “virada hermenêutica” mais recente, propalada pela hermenêutica alemã e francesa, mas principalmente da filosofia de Hermann Samuel Reimarus (1694-1768), com a defesa da religião natural e a rejeição da religião revelada, e de Georg W. Friedrich Hegel (1770-1831). É notório que outros pensadores influenciaram a Teologia, como por exemplo, Sören Kierkegaard (1813-1855), Baruch Spinoza, entretanto, a influência de Reimarus e Hegel na teologia alemã é latente.

Embora as concepções modernas da hermenêutica tenham influenciado diversas áreas do conhecimento, interessa-nos, mais propriamente, sua influência e pressupostos na hermenêutica e exegese bíblicas.


Hermenêutica Bíblica

Hermenêutica Bíblica é ciência, epistemologia e teologia. Enquanto disciplina da Teologia Exegética, se ocupa do estudo das técnicas de interpretação e compreensão do texto bíblico; mas como teoria da exegese bíblica, discute os parâmetros e limites da linguagem teológica e da validade dos métodos gerais de interpretação literária aplicados ao texto sagrado.

É tanto uma disciplina teológica de caráter metodológico, interpretativo e literário que introduz o estudante das Escrituras no aprendizado das técnicas de compreensão do texto bíblico, quanto teoria do alcance e limite dos métodos de interpretação do texto. Uma vez que é possível interpretar um texto, é cânon, mas como discute a validade de uma interpretação, é crítica. Assim, como afirma Schnelle (2004:43), a hermenêutica é um processo de leitura, aprendizado e compreensão dirigido metodologicamente, cujo objetivo “é realizar um inventário das dimensões históricas e teológicas dos textos”.

Hermenêutica como Metodologia da Exegese Bíblica

A hermenêutica como metodologia da exegese bíblica ocupa-se da organização e análise sistemática dos processos que devem orientar a investigação científica da Bíblia. Consiste na aplicação dos princípios racionais de investigação usados em documentos plurisseculares com o propósito de apreender o estilo literário de cada autor, a estrutura da obra, as formas literárias do conjunto, entre outros. É o conjunto de procedimentos científicos empregados com o propósito de explicar o texto em sua diversidade.

O uso de uma metodologia na exegese do texto bíblico não é fortuito, mas cumpre duas funções específicas:

  • viabilizar a obtenção do conhecimento científico da Bíblia e,
  • possibilitar a sistematização lógica desse saber.

O método em exegese, por conseguinte, requer o emprego de uma ordem com a qual diferentes processos serão empregados para alcançar determinados resultados. Entende-se por processo, a forma como determinada técnica é aplicada, isto é, o modo específico de executar o método.

Pressupostos da Hermenêutica Contemporânea

Pressuposto é um juízo crítico apriorístico que acompanha toda e qualquer área do conhecimento. Palmer (1996:140) assevera que a esperança de uma interpretação “sem preconceitos e sem pressupostos desapareceu”. Para Heidegger, citado por Palmer, “a interpretação nunca é a captação sem pressupostos de algo previamente dado” (Id.Ibid.).

O teólogo liberal Rudolf Bultmann (1987), seguidor do existencialismo heideggeriano, em seu artigo de 1957, denominado É possível a exegese livre de premissas? alerta para a necessidade de uma exegese que não pressuponha o seu resultado, livre de premissas ou pré-conceito.

Porém, o intérprete é um indivíduo que traz consigo a cultura, a tradição religiosa, preconceitos e conceitos que, por vezes, determinam o resultado da pesquisa, tornando-a questionável. De acordo com o autor citado, conforme a Pontifícia Comissão Bíblica (1994:88), “a pré-compreensão (Vorverständnis) é fundamentada na relação vital (Lebensverhältnis) do intérprete com a coisa da qual fala o texto”.

Infelizmente, diversos exegetas cristãos têm como premissa fundante de seu labor exegético, o naturalismo de Baruque Spinoza, o ceticismo e anti-sobrenaturalismo de David Hume (1711-1776), o evolucionismo de Charles Darwin e, conseqüentemente, o historicismo progressivo de George Wilhelm Hegel.

Da concepção histórica, filosófica e teológica desses e de outros autores resultam:

a) Desmitologização;
b) Desconstrução;
c) Relativismo;
d) Naturalismo;
e) Existencialismo;
f) Desintegração do sentido;
g) Autonomismo textual.

Isto conduz o intérprete a considerar o seu “provincialismo teológico” que, na compreensão do crítico hermenêutico Claude Geffré (1989), se manifesta quando o teólogo sem refletir metodologicamente sobre o texto, reafirma a tradição interpretativa de uma corrente teológica, de uma comunidade local, ou mesmo quando exerce a função ideológica de legitimar junto aos fiéis as tomadas de posição do magistério tanto em ordem doutrinal como na disciplinar.

O desfecho dessas (im)posturas em relação à Bíblia é largamente difundido na história da exegese cristã. Portanto, na hermenêutica e exegese bíblicas o método e os pressupostos não são considerados absolutos e infalíveis, essas prerrogativas são unicamente do objeto a ser pesquisado, a Sagrada Escritura.

Uma breve leitura da história da exegese e da hermenêutica cristã apresenta as contribuições de cada período, suas discussões, avanços e retrocessos. Quando revisitamos a história dos métodos de interpretação, descobrimos que uma variedade de técnicas foram desenvolvidas. Porém, nem todas as metodologias de interpretação passaram à história posterior como método confiável de exegese. O reconhecimento desse fato é uma das principais razões pelas quais rejeitamos a eisegese, considerada sob o paradigma da pós-modernidade e dos teólogos da Teologia da Libertação.

Assim sendo, a interpretação séria das Escrituras não procura valorizar a tradição histórica da ekklesía, mas busca reformá-la segundo uma análise conscienciosa do texto bíblico. Muitos desses problemas não podem ser resolvidos a priori, mas através de um minucioso estudo do vocabulário, da sintaxe das línguas bíblicas e de métodos eficazes de interpretação.


Referências Bibliográficas

AMARAL, Maria N. de Camargo Pacheco. Período clássico da hermenêutica filosófica na Alemanha. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1994.

BULTMANN, R. Será possível a exegese livre de premissas? [1957]. In Altmann, W. (ed.) Crer e compreender: artigos selecionados. São Leopoldo:Sinodal, 1986.

GEFFRÉ, Claude. Como fazer teologia hoje: hermenêutica teológica. Coleção Teologia Hoje. São Paulo: Ed. Paulinas, 1989.

HEIDEGGER, Martin. Tempo e Ser. In Conferências e escritos filosóficos. Tradução de Ernildo Stein. Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1989.

PALMER, Richard E. Hermenêutica. Coleção O Saber da Filosofia. Lisboa: Edições 70,1996.

PONTIFÍCIA COMISSÃO BÍBLICA. A interpretação da Bíblia na igreja. São Paulo: Paulinas, 1994.

SCHNELLE, Udo. Introdução à exegese do Novo Testamento. São Paulo: Edições Loyola, 2004, Bíblica Loyola – 43.

Esdras Costa Bentho
www.educarvivereaprender.blogspot.com

15 comentários:

Pastor César Moisés disse...

Caro Esdras Bentho

Em minha modesta opinião, não há como fazer exegese dissociada de uma escola teológica, ou de "fora" de uma confissão ou pensamento teológico.

Tal fator condicionante - é óbvio - já nos remete a uma interpretação (que pode não ser a intencionada pelo hagiógrafo).

Pergunto: Quais são os perigos desse exercício pressuposicional? Poderíamos dizer que somos ortodoxos, quando na realidade, estamos apenas sendo consoantes ao nosso pensamento teológico?

Amplexos!

Jean Patrik disse...

Pastor algum tempo venho mandando para o senhor alguns links,falando do veneno dos ASD (Adventista do Sétimmo Dia).

A cada dia que estudo sobre as suas doutrinas vejo da forma que agem, com crentes imaturos, ganhando muitos deles para seguir as suas dotrinas estranbóticas.

A minha preocupação cresceu ao ver nesse link http://adventita.blogspot.com/2009/09/pastor-assembleiano-se-batiza-na-iasd.html

A terrivel fragilidade da nossa igreja (IEAD) em relação aos ensinos dos ASD.

Pastor penso que o senhor, precisa da uma ateção maior ao assunto.

Paz do Senhor Jesus!!!!

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Concordo. Toda exegese presume um método; todo método fundamenta-se em certos pressupostos. O presente texto sintetiza o fato. Entretanto, o papel do exegeta ou hermeneuta é usar uma metodologia fundamentada na correta concepção e distinção entre método e objeto. Tanto Heidegger quanto Bultmann acentuaram a impossibilidade, embora indesejável, de se realizar uma exegese livre de pressupostos. Contudo, a hermenêutica, enquanto metodologia da exegese bíblica, pressupõe certos métodos científico com intuito de se chegar a verdade de um texto, principalmente escriturístico. Logo, outra pergunta se faz necessária: Como se chega à verdade de um texto bíblico?
Os perigos das pressuposições estão presentes na história da própria exegese e hermenêutica cristãs: desconstrução, eisegese, autonomia textual, etc. O resultado prático dessas pressuposições interpretativas aparece na relatividade da verdade do texto, da impossibilidade de se chegar ao sentido pretendido pelo autor, etc.
Ao falarmos de ortodoxia é sempre necessário definir o que se entende na teologia por ortodoxia. Bof salienta que “todo ponto de vista é a vista de um ponto”. Podemos afirmar, portanto, que os russelitas, os adventistas, os assembleianos, os presbiterianos, os católicos e batistas também se consideram ortodoxos, por estarem “alinhados” com a tradição histórica e teológica da denominação. Lembre-se, todas os ramos cristãos citados crêem na inspiração e autoridade das Escrituras. O ideal, afirma Carson, é que o exegeta esteja comprometido com uma exegese científica e séria da Escrituras e, como descreve Gefré, que o teólogo tenha certa autonomia para discordar do magistério local. É temerário, nisso concorda Gefré, que o teólogo tenha o compromisso de ratificar as posições doutrinárias e litúrgicas da igreja local, em vez de as repensar com base nas Escrituras.
Esdras Bentho

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Jean Patrik, entendo sua "luta" e apologia em defesa da fé. Sei das "idas e vindas" de pastores assembleianos que tornaram-se adventistas ou católicos como também de padres católicos e pastores adventistas que tornaram-se assembleianos, batistas, budistas.... Infelizmente, um prosélito é marketing! Os neopentecostais usam a conversão dos prosélitos dos cultos afro como marketing, e assim sucessivamente. Propaganda...Apostasia...quais os limites?

Antônio Reis disse...

Paz
Sobre a questão da interpretação, algo que tem sido pressuposto da hermenêutica moderna é que a neutralidade na busca do entendimento de um texto é utopia, visto que desde Derrida e também Foucault, o texto pertence ao leitor e até o mesmo dar um significado a este, não existe significado, pois o desprezo da intenção do autor é algo que tem dominado a hermenêutica moderna e em minha ótica um dos principais papeis do investigador textual é buscar o resgate da intenção do autor a muito perdido, e embora como destacado por outras interações é praticamente impossível aproximar se de um texto sem pressupostos pois ninguém surge do vazio e o próprio contexto de cada individuo tente a influencia lo naquilo que busca entender, mas todo o exegeta deve sim despir se de todo este contexto na busca de descobrir a intenção do autor. parabens pelo artigo.
Antônio Reis

zwinglio rodrigues disse...

Pr. Bentho, paz!

Excelente "percurso hermenêutico"... mas uma coisa me inquieta:
*
Como praticar uma interpretação séria das Escrituras com tanto manuseio da Palavra por sinceros crentes destituídos do conhecimento metodológico e, portanto, de metodologias; que experimentam a inacessibilidade ao conhecimento da gramática; etc.;
*
A expressão "interpretação séria" procede, no entanto, é algo que chega a ser utópico [uso essa palavra no sentido do irrealizável mesmo... e não no sentido freiriano, por exemplo]...
*
Academicamente seu texto está perfeito [e sei que é isso que você quer mesmo apresentar: um texto acadêmico], no entanto, infelizmente, ele está distante do dia a dia eclesial.
*
Em tempo, sempre aprendo contigo... abraços!

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezados irmãos, Reis e Zwinglio, no máximo até sábado, responderei adequadamente a pergunta dos irmãos.

Esdras Bentho

Herlon Charles V. Carvalho disse...

A Paz do Senhor amado Pr. Esdras, quero pedir desculpas, pois o senhor havia me enviado o seu telefone de contato e acabei sem querer perdendo. Quero conversar com o senhor a respeito de uma escola (reciclagem) voltada aos professores de minha igreja. Que Deus o abençõe e parabéns pelos comentários em seu blog, tem sido de muita valia.

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Zwinglio, obrigado pela participação no Teologia & Graça. As questões propostas são relevantes.

1. Quanto à prática da hermenêutica e exegese por cristãos que não dominam qualquer método científico da exegese bíblica, entendo que toda e qualquer interpretação bíblica, científica ou não, tem como critério primário a LEITURA. A leitura escorreita e atenta é o método mais primário e insubstituível da interpretação, daí a razão pela qual ela poder ser: devocional e orante, científica e acadêmica. Uma outra opção, é subsidiar-se com comentários bíblicos e teológicos que auxiliem o leitor a compreender o texto.

2. Quanto à "interpretação séria", falamos com o sentido de exegese acadêmica ou leitura crítica, isto é, preocupada com os elementos textuais, históricos, estruturais, etc.

3. A respeito de o texto está distante da realidade eclesial, concordo plenamente com o amigo. Se a hermenêutica bíblica ainda é uma ciência bíblica pouco dominada na igreja, quanto mais a filosófica. De qualquer forma, essa hermenêutica influencia muito a vida da comunidade em função dos métodos de leitura e de interpretação que são desenvolvidos com base nesses paradigmas.

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Reis, lembremos inicialmente que a interpretação de um texto não depende especificamente de o exegeta ou leitor conhecer o autor daquelas linhas. Temos alguns livros das Escrituras que não sabemos quem foi o autor e mesmo assim o interpretamos. Contudo, apesar de o leitor não saber quem escreveu determinado texto, consegue muito bem perceber e conhecer os propósitos do autor, os temas dominantes, estilo, vocabulário e propósito.

Agora, banir o autor para que o leitor seja ele mesmo um co-autor da obra, dando o sentido e significado que ele desejar, de acordo com sua história e contexto, é um tipo de acontecimento que nenhum autor deseja que aconteça. Quando alguém viaja por uma estrada e lê, "perigo! ponte caída", ele retorna ou "descontrói" o texto dando ao texto um sentido diferente?

Quando Derrida expôs a desconstrução, o objetivo dele não era que as palavras deixassem de ter um significado verdadeiro, ou que o autor não tivesse alguma intenção ao escrever, mas verificar as razões que levaram o autor em suas escolhas, a fim de observar as estruturas de poder!

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Herlon, ligue para CPAD.

Marcello de Oliveira disse...

Shalom!

Amado Pr. "Ezra" tive a fortuna de lhe conhecer pessoalmente. Vamos estreitar este relacionamento- ok.

O "El Mistáter" abençoe sua vida, família e ministério.

um grande abraço,

talmid, Pr. Marcello

P.s>>> Em tempo, veja o último post:

A Trindade em Isaías 63? Em Gn 1 e 11 - ok. Em Isaías 6 - ok.

Mas Isaías 63?

Taíso Adriano disse...

Irmão Esdras! Graça e paz!
Parabenizo-o pelo artigo acadêmico postado. Elogios maiores são dispensaveis na medida que o maior elogio possa ser o meu pedido de licença para utilizar o seu artigo (com as devidas referencias) em meu poligrafo (o qual lhe remeterei futuramente) sobre hermeneutica a ser utilizado para a preparação de obreiros na minha denominação (O Brasil Para Cristo - Viamão/Augusta - RS).
Desde já agradeço.
Deus lhe abençoe!
Taíso Adriano de Carvalho

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Taíso, pode usar o conteúdo. Solicito apenas, que me dê o crédito do artigo.

Esdras Bentho

Taíso Adriano disse...

Obrigado! Os créditos são seus em todas citações que farei tendo por base seu artigo.
Deus lhe abençõe.

TEOLOGIA & GRAÇA: TEOLOGANDO COM VOCÊ!



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