DÁ INSTRUÇÃO AO SÁBIO, E ELE SE FARÁ MAIS SÁBIO AINDA; ENSINA AO JUSTO, E ELE CRESCERÁ EM PRUDÊNCIA. NÃO REPREENDAS O ESCARNECEDOR, PARA QUE TE NÃO ABORREÇA; REPREENDE O SÁBIO, E ELE TE AMARÁ. (Pv 9.8,9)

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Criação, Evolucionismo e Teoria da Lacuna (Epílogo)

O homem e a unidade da raça
A unidade da raça se refere ao conceito de que a humanidade procede de apenas um tronco ou ascendência. Se admitirmos, como deseja os poligenistas,[1] de que a raça humana procede de vários troncos ou de diversos casais em regiões distantes entre si, estaremos sangrando o texto bíblico, além é claro, de corroborar com a teoria evolucionista.

Entretanto, as Escrituras afirmam categoricamente a unidade da raça, concordando em cada uma de suas páginas, de que a humanidade procede de um único casal (monogenismo). Os dois conceitos a respeito da origem das raças são:

1. A teoria do polifiletismo (vários troncos ou ramos) que afirma que o gênero humano atual é procedente de vários troncos ou de vários casais independentes uns dos outros;

2. A teoria do monofiletismo (um único tronco ou ramo) que afirma que o ser humano é procedente de apenas um ramo. O monofiletismo divide-se em: monogenismo, que admite que o gênero humano procede de um único tronco ou casal e o poligenismo que admite a origem de muitos casais do mesmo tronco originários.


Os poligenistas afirmam que Deus criou o homem duas vezes – uma na Ásia e outra na América. O monogenismo encaixa-se perfeitamente no relato bíblico, pois a Bíblia afirma que toda a humanidade procede de Adão e Eva, enquanto o poligenismo, contradiz a unidade da raça tal qual afirmada pelas Escrituras. [2]

Vejamos:


ATOS 17.26: “de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação”.


GÊNESIS 3.20: “E deu o homem o nome de Eva a sua mulher, por ser a mãe de todos os seres humanos”.

Unidade genética e de Espécie Confirmada pelas Escrituras

Os textos de Atos 17.26; Gênesis 3.20 são claros ao afirmar a unidade da raça a partir do primeiro casal. Conseqüentemente, a narrativa mosaica da gênese da humanidade apresenta, clara e objetivamente, que as gerações seguintes, até ao período do dilúvio, estiveram em ininterrupta relação com o primeiro casal. Essa ascendência prova a unidade ontogenética, isto é, de que todos os homens procedem de uma mesma espécie, e a unidade filogenética, ou seja, de que todos os homens procedem de um mesmo casal.

Essas unidades, genética e de espécime, foram mantidas e transmitidas após o dilúvio, pela família de Noé: “... Sem, Cam e Jafé... São eles os três filhos de Noé; e deles se povoou toda a terra” (Gn 9.19).[3] Não somos escusados de frisar que, além destes itens, devemos acrescentar que o vocábulo “Adão”, inicialmente, era o nome de um indivíduo, e mais tarde tornou-se o nome genérico para referir-se a toda humanidade, isto é, procedentes ou descendentes de Adão. Por fim, a unidade da raça confirma a queda e salvação universal do homem, através de Adão, cabeça federal da raça humana (Rm 5.12, 19; 1 Co 15.21,22).

Unidade das Raças Confirmada pela Ciência
A ciência apresenta pelo menos cinco argumentos a favor da unidade da raça: Da História, da Fisiologia, da Filologia, da Psicologia e da Tradição ou Etno-Cultural. Vejamos:

1. O Argumento da História: As tradições da raça dos homens apontam decisivamente para uma origem e uma linhagem comuns na Ásia Central. A história das migrações do homem tende a mostrar que houve uma distribuição partindo de um único centro
.[4]

2. O Argumento da Fisiologia ou Ciências Naturais: A opinião comum dos especialistas em fisiologia comparada é que a raça humana constitui tão somente uma única espécie. As diferenças que existem entre as várias famílias da humanidade são consideradas simplesmente como variedades dessa espécie única. A ciência não assevera positivamente que a raça humana descende de um único par, mas não obstante, demonstra que pode muito bem ter sido este o caso e que provavelmente o é.
[5]


3. O Argumento da Filologia: O estudo das línguas da humanidade indica uma origem comum. As línguas indo-européias têm suas raízes em um idioma primitivo comum, um velho remanescente do qual ainda existe o sânscrito. Além disso, há prova que mostra que o antigo idioma egípcio é o elo de ligação entre a língua indo-européia e a semítica.
[6]


4. O Argumento da Psicologia: A alma é a parte mais importante da natureza constitucional do homem e a psicologia revela claramente o fato de que as almas dos homens, quaisquer que sejam as tribos ou nações a que pertençam, são essencialmente idênticas. Têm em comum os mesmos apetites, instintos e paixões, as mesmas tendências e capacidades e, acima de tudo, as mesmas qualidades superiores, as características morais e mentais que pertencem exclusivamente ao homem.
[7]

5. O Argumento da Tradição ou Étno-Cultural: Temos o chamado “Gênesis Caldeu” com seu relato da criação, as tradições da queda nos países orientais, de longevidade, do dilúvio e da torre de Babel. Estas são apenas algumas das coisas conhecidas por muitas raças em diferentes partes do mundo e elas têm um valor definitivo para provar a unidade da fonte da qual as tradições emanaram. Todos esses argumentos, do ponto de vista científico, ajudam a confirmar nossa conclusão quanto à unidade da raça.

Wiley e Culbertson resumem os postulados da ciência a respeito da unidade da raça e a sua origem comum, apontando os seguintes itens que sustentam o monogenismo:

  • 1) Semelhança de características físicas encontradas em todos os povos;

  • 2) Semelhanças de características mentais, tendências e capacidade;


  • 3) Princípios semelhantes, básicos, para todas as línguas;



  • 4) Uma vida religiosa básica e comum e unidade de vida religiosa.[8]


O Naturalismo e a Origem das Raças

Uma vez observado a afirmação das Escrituras a respeito da origem das raças (monofiletismo, monogenismo), resta-nos investigar o que a arqueologia e a paleantropologia afirma sobre o mesmo fenômeno. Segundo o conceito de certos cientistas, o polifelitismo é a conseqüência extrema da evolução das espécies. Julgam os adeptos do naturalismo que a passagem de uma espécie para uma outra muito mais superior, se faz geralmente em ramos ou populações, e não em apenas um casal. Nessa perspectiva a origem das raças e o número de famílias ou ancestrais do homem moderno é vastíssima.

Na perspectiva evolucionista, o Homo sapiens, é muito diferente dos seus ancestros. Evoluiu a partir do Ardipithecus ramidus (Ardi, na língua etiópia, significa chão e ramidus, raiz). Este espécime foi descoberto em 1994, pelo antropólogo Tim White, da Univerdade da Califórnia, e viveu 4,4 milhões de anos atrás. Este evoluiu para o Australopithecus anamensis, (4,2 milhões de anos) descoberto no mesmo período pela paleantropóloga Meave Leakey, mulher do caçador de fósseis Richard Leakey, a quem se atribuii ter encontrado o Macaco da África Oriental.

A Verdade sobre os "Achados" Fósseis dos Evolucionistas


1. Homem de Neandertal. Foi encontrado em 1865, no vale de Neander, próximo de Dusseldorf, Alemanha, por Johann C. Fuhlrott. A princípio foi retratado como uma figura subhumana, brutal e semi-ereta. Atualmente se crê que o homem de Neanderthal (do grego neo, “novo” e andros, “homem”), foi autentico ser humano que sofreu de raquitismo crônico, causado por deficiência de vitamina D. Esta condição produziu o atrofiamento dos ossos e a conseqüente deformação destes. Caminhava ereto e não se distinguia dos homens atuais. É classificado como Homo sapiens, isto é, totalmente humano.
cientic.com/tema_dna_txt2.html

2. Homem de Java
Chamado de Pithecanthropus erectus, foi encontrado em Triunil, Java em 1891, pelo médico holandês, Eugene Dubois. O “achado” consistiu de apenas uma parte do esqueleto. Um ano depois, foram descobertos um outro pequeno osso da coxa e um dente a dezesseis metros da caverna. Dubois acreditava que todos os ossos eram provenientes da mesma criatura. A criatura foi datada como possuindo meio milhão de anos. E todos os evolucionistas creram no Pithecanthropus erectus, entretanto, pouco antes de sua morte Dubois confessou que o Homem de Java era os restos de um enorme macaco.

3. Homem de Piltdown: Também conhecido como Eanthropus dawsoni (homem de Dawn). Foi encontrado em 1912, em Piltdow, Inglaterra, por Charles Dawson. O “achado” consistia de um esqueleto e alguns dentes. Em pouco tempo as autoridades mundiais evolucionistas afirmaram que haviam encontrado um autêntico elo na evolução do homem. Foi datado como possuindo entre 500 a 700 mil anos. O doutor Arthur Smith Woodward, eminente paleontólogo do Museu Britânico, eo
doutor Henry Fairfield Osbon, paleontólogo do Museu Americano de História Natural, se ufanaram e comemoraram o “achado”. Entretanto, um certo Dr. Weiner, de Oxford, notou que os dentes do Homem de Piltdown, pareciam estar gastos de uma forma que não era comum a um símio. Alguém havia limado o dente do “achado”. Através de um Medidor Geiger e outros instrumentos, não conhecidos no tempo de Dawson, verificaram, que os fósseis datavam de 50 anos em vez de 500 mil anos, e que era de um macaco e não de um ser humano. Descobriu-se reforçando a desconfiança de Weiner que os ossos de Piltdown era uma fraude. O esqueleto havia sido imergido em uma substancia que continha ferro, a fim de dar ao “Homem de Piltdown” a aparência de antigo. De modo que o “homem” não era nada mais do que restos de uma criatura recente que falsamente foi ajeitada para se passar por um elo perdido. Um excelente video que apresenta os detalhes históricos dessa farsa é: Dias que Abalaram o Mundo 2, editado pela BBC, e disponível pela ediatora Abril. www.impacto.org.br/t02002.htm

4. Homem de Pekin: Foi encontrado em 1912 e 1937 por David Bolak, em Pekin, China. O descobrimento consistia de 30 caveiras e 147 dentes. Estes retos desapareceram em 1941 quando os ossos estavam sendo transportados de Pekin por um destacamento dos Estados Unidos para protege-los da iminente invasão japonesa. Atualmente alguns crêem que estes ossos eram simplesmente os restos de alguns macacos de tamanhos avantajados que os trabalhadores de uma pedreira haviam matado para saciar a fome.

5. Nebraska man: Conhecido também como o “homem- macaco- ocidental”. Foi encontrado no oeste de Nebraska em 1922 por Harold Cook. Na verdade o que de fato encontrou foi um dente, e imediatamente foi declarado pelo doutor Henry Fairfield Osborn, do Museu Americano, como o glorioso elo perdido. Puseram o achado na mesma raiz da linhagem humana. O doutor William K. Gregory, guardião do Museu Americano de História Natural e professor de paleontologia na Universidade de Columbia, o qualificou como “um dente de um milhão de dólares”. Sir Grefton Elliot Smith, do periódico, London Illustrated News, solicitou a um artista imaginativo que ilustrasse, a parti daquele dente, o rosto e o corpo daquele ser de mais de seis mil séculos. Nesse período, o professor William Jenning Bryam, defensor das Escrituras, foi ridicularizado por famosos evolucionistas, dirigidos pelo professor evolucionista H.H.Newman, por não aceitar a “prova científica” da evolução das espécies. Em 1927, porém, para a inimaginável vergonha dos evolucionistas, se descobriu que o dente correspondia a uma raça de porcos desaparecidos.

9. Macaco da África Oriental: Também conhecido como Zinjanthropus. Foi encontrado por Louis S.B. Leakey em Olduva, Zâmbia, em 1959. A descoberta consistiu de uma parte d
o crânio e uns fragmentos de ossos. O “descobrimento” foi noticiado na National Geographic, que havia patrocinado Leakey. Seu achado foi datado com uma antiguidade de quatro milhões de anos, fazendo do homem da África o “elo” mais antigo que era conhecido até então. Antes de morrer, Leakey, afirmou que seu alardeado descobrimento não era outra coisa que uma variação do Austropithecus (macaco meridional) encontrado em 1924. A partir de um crânio, três representações diferentes,confira. www.sedin.org/HF/HF05.html







[1] O poligenismo adota diversas origens da espécie humana: (1) antropóide - grupo de símios catarríneos do Velho Continente que compreende os chimpanzés, os gorilas e os orangotangos, bem como algumas espécies fósseis. São desprovidos de cauda e ocasionalmente bípedes - (2) catarrinos - superfamília da ordem dos primatas, subordem de antropóides, caracterizada pelo septo nasal estreito e narinas voltadas para baixo e 32 dentes. São os macacos afro-asiáticos. Cf.MESQUITA, Antônio Neves de. Povos e nações do mundo antigo: uma história do Velho Testamento. 6ª ed., Rio de Janeiro: JUERP, 1995, p.23-4.

[2] Cf.BETTENCOURT, Estevão. Ciência e fé na história dos primórdios. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1955, p.109.

[3] Sendo essa abordagem apenas sugestiva, orientamos aos interessados que leiam sobre a origem das raças segundo a perspectiva do texto bíblico de Gênesis 9.19, que pode ser encontrado em diversas obras evangélicas que tratam de Geografia Bíblica, ou comentários bíblicos sobre o texto.

[4] BERKHOF, Louis. Teologia sistemática. Campinas: Luz Para o Caminho Publicações, 1990, p.189.
[5] Id.Ibidem, p.189.

[6] Op.cit., p.189.
[7] Op.cit., p.189.
[8]WILEY, H.Orton & CULBERTSON, Paul T., Introdução à teologia cristã. São Paulo: Casa Nazarena de Publicações, 1990, p.176.

20 comentários:

Anônimo disse...

Gostaria de parabenizá-lo pela excel^^encia dos artigos. Para mim que sou da área de Comunicação Social e pouco entendo das discussões teológicas a respeito do criacionismo, achei muito interessante o tema.

Eduardo Silvério
Vale do Paraíba, Brasil

Anônimo disse...

Esdras...parabéns
Plo estudo biblico (subsideo) da escola dominical das assembleias de Deus, primeira lição.
muito oportuno as varias citações, e principalmente a de Schopenhauer, mal denominado, filosofo da "solidão"...
interessante a comparação de caráter com as citações de Arthur. Eu conversando com um amigo-irmão neste final de semana, compartilhei justamente sobre isso. A possibilidade de ser um cristão que não espera do outro, mas que logo se dá, se entrega ao conceito de verdadeira comunidade, logo quando pratica esse tipo de comportamento. Arthur apesar da solidão, sabia o que poderia dar, afim de construir relacionamentos sem vicios de troca, inveja, descomprometimento, comuns em relações modernas, ainda mais em nosso tempo.

O Jesus, nosso verdadeiro filosofo, pai, amigo, amado e irmão, enquanto homem, parece ter herdado bem esse conceito platonico, de que o outro é puro, mas precisa ser descoberto em si mesmo.

Atualmente, tenho vivido tempo de total solidão e desligamento das coisas relativas mundanas e desse apego ao outro, enquanto parte viciante de mim e de meus erros. O conceito de caráter ensinado na lição me ajudou muito a fortalecer esse meu tempo e mais uma vez consigo dizer que boas relações sao inteiramente puras e distintas e para além deste mundo natural e bruto.

Fique na paz, que Deus continue lhe abençoando, lhe dando sabedoria e muito, muito amor, pelo outro, não afim de usa-lo, mas torna-lo HUMANO.

Grande abraço e bençãos carinhosas sobre vc e familia.

tb tenho um blog: lucasportfolio.blogspot.com visite se quiser.

em Cristo, ao qual nos constituiu corpo, mas distintos em suas manifestações.
eu


--
*******************
Lu e Isa (agora CASADOS)

É a solidariedade na Graca aquilo que faz de homens, irmãos; e de irmãos, homens!
Grande força e excessiva liberdade são a equação para uma grande solidão - Caio Fábio

Anônimo disse...

Os temas continuam pitorescos! Estou aguardando o tema de Pós-modernidade.
Abraços.
Brás, São Paulo
Júlio César.

Anônimo disse...

Ainda não entendo a razão pela qual tantas fraudes foram identificadas sem qualquer resquício de que o evolucionismo seja o logro que vocês criacionistas afirmam.

Ruth Siqueira
UERJ

Anônimo disse...

Pr. Esdras,
Lendo este belissimo estudo compreendi que: Se as pessoas não tomarem uma atitude em relação a pesquisas como esta, entaõ as novas biotecnologias que estão começando a influenciar nossas vidas tão profundamente estarão destinadas a ocupar, para sempre, algum nicho esotérico e elevado, efetivamente, fora do alcance da visão. Isto seria uma pena enorme por motivos políticos e por motivos culturais. De modo geral, o mundo põe a ciência e a tecnologia em ação sem muita habilidade ou elegância parecemos sofrer com muitos de seus efeitos maléficos, sem colhermos adequadamente,muitos dos possíveis benefícios,jamais sairemos desta posição, a menos que as pessoas na qualidade de leitoras, passem a ter comhecimento e compreensão do que esta acontecendo. Por isto parabenizo este blog, por nos fazer compreender realmente com clareza.

Felipe Campbell.
São Paulo.

Teologia com Graça disse...

Kharis kai eirene!
Prezado Felipe Campbell,SP, muito obrigado pela sua participação em nosso blog. Suas palavras motivacionais e a perspicácia e discernimento com que escreveste este post, demonstra o quanto você é culto. De fato, as novas biotecnologias tem ocupado um amplo espaço na vida das pessoas, pois a Ciência e a Tecnologia estão ligadas ao nosso cotidiano. Os objetivos da biotecnologia são processar materiais por meio de agentes biológicos, a fim de possibilitar uma vida terrena adequada ao meio ambiente, entre outras importantes questões.Infelizmente, esses conhecimentos e recursos têm sido usados equivocadamente causando males, mas ainda há os que a usam a ciência com propósitos que dignificam a ciência.
É importante que as pessoas exerçam a práxis reflexiva, deixem de ser produtos da indústria cultural e passem a raciocinar não com a lente da falsa ciência, mas por meio da verdade das Escrituras. A verdade liberta, diz a Bíblia.
Esdras Costa Bentho

Teologia com Graça disse...

Kharis kai eirene!
Júlio César, estamos preparando o assunto sobre pós-modernidade. Se você gosta de uma discussão filosófica e conhecer os meandros da filosofia pós-moderna, apreciará os artigos.
Aguarde.
Esdras Costa Bentho

Teologia com Graça disse...

Prezada Ruth, sua pergunta é pertinente e necessária. Muito obrigado pela sua participação.

Vejamos algumas questões cruciais:
1. Consideração bibliológica. O apóstolo Paulo afirma que muitas pessoas que querem parecer doutores e defensores da ciência se lançam em jactâncias vãs pois " nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo ser sábios, tornaram-se estultos" (Rm 1.21,22).

2. Consideração econômica. O naturalismo gera milhões de dólares em todo o mundo: revistas, museus, programas de rádio e televisão, livros didáticos, livros científicos, etc.Você já imaginou se eles admitissem o criacionismo quem pagaria a conta? A perda de fianciamento das empresas e mecenas?

3. Discurso filosófico. O problema das metanarrativas. O discurso do evolucionismo está fundamentado na metanarrativa positivista, humanista e científica. Esse discurso é que legitima o fator econômico e viabiliza a credibilidade da sociedade oposta ao conhecimento da Sagrada Escritura. A metanarrativa cristã opõe-se a metanarrativa científica quando se trata do naturalismo. Temos um problema não apenas das metanarrativas, mas também de cosmovisões.

Lembremos que o fim último do homem, de acordo com Aristóteles, no livro X da Ética a Nicômaco,é a operação da potência mais nobre na sua relação com objeto mais nobre. A potência mais nobre no homem é o intelecto e o objeto mais nobre é a verdade primeira, que é Deus. logo, a operação do intelecto, que é a contemplação de Deus, é a perfeição última do homem. O evolucionismo ignora completamente essas verdades.
Outras questões poderiam ser abordadas. Quem sabe o faremos mais tarde.
Um abraço
Pr. Esdras Costa Bentho.

Teologia com Graça disse...

Prezado Eduardo Silvério, muito obrigado pela sua participação. Fico feliz em saber que o Teologia e Graça está sendo útil e auxiliando as pessoas a compreenderem um pouco das questões relacionadas ao criacionismo, evolucionismo e a teoria da lacuna.
Continue conosco
Esdras Costa Bentho

Teologia com Graça disse...

Lu e Isa (agora CASADOS),sou grato pela sua postagem em nosso blog. Agradeço pelas palavras motivacionais. O artigo que escrevemos a respeito do caráter tencionava atender uma necessidade içada com a publicação das Lições Bíblicas da CPAD para o terceiro trimestre. Fico feliz que lhe tenha siudo útil e levantado discussões amigáveis a respeito do tema.
Esdras Costa Bentho

Gutierres Siqueira, 18 anos disse...

Agradeço por sua atenção e participação no meu blog, as suas observações de nossa herança nordestina é muito importante para o debate sobre a identidade assembleiana.
Em relação ao seu blog, estou aprendento bastante sobre a teologia do AT e sobre a doutrina da criação. Continue a visitar o meu blog, pois é sempre um prazer ver suas opiniões e de outros irmãos mais experientes em relação a igreja e teologia.
A paz do Senhor

Gutierres Siqueira
www.teologiapentecostal.blogspot.com

Teologia com Graça disse...

Prezado Gutierres, muito obrigado pela sua participação. O mérito de eu participar e de muitos outreos participarem de seu blog é totalmente seu.
Permaneça conosco.
Esdras c. Bentho

Isabella Passos e Lucas Castro disse...

Pastor Esdras onde encontro seu livro sobre a familia no velho testamento?

claro, se eu puder comprar aqui em Belo Horizonte, se não desejo um exemplar...sei que nao sou "ninguem" diante das competencias intelectuais, debatidas neste blog e nenhum critico literário evangelical, massssss...hehehehe

ate e fique na paz
Lucas

Gary Elder disse...

Cordialmete, para reflexão:

“ Se você somente tiver amor pela sua própria raça
Então você apenas deixa espaço para a discriminação
E discriminar gera somente ódio
E quando você odeia então você está impelido a ficar irado, sim
Maldade é o que você demonstra
E é exatamente assim que os raivosos trabalham e agem


Pessoas matando, pessoas morrendo
Crianças feridas e você pode ouvi-las chorando
Você pode praticar o que você prega?
E mudar sua personalidade
Pai, pai, pai nos ajude
Nos mande alguma orientação do céu
Porque as pessoas me tem, elas me tem questionado

Onde esta o amor? (Amor) Onde está o amor? ( O amor)
Onde está o amor? (O amor) Onde está o amor O amor, o amor ...

Isso não é apenas o mesmo, sempre está mudando
Nossos dias estão estranhos, o mundo está estranho
Se amor e paz são tão fortes
Porque as peças do amor não se encaixam? ...

Então eu poderia perguntar a mim mesmo, o que realmente está errado?
Neste mundo que nos vivemos as pessoas reprimem o altruísmo
Tomando decisões erradas, apenas visando seus lucros
Não respeitando o próximo, negando seu irmão
A guerra está acontecendo, mas as razões são secretas...

.A verdade é mantida em segredo, varrida pra debaixo do tapete
Se você não conhece a verdade, então você não conhece o amor ...

Eu sinto o peso do mundo em meu ombro
Estou ficando tão velho, todos vocês, pessoas frias
Muitos de nós apenas preocupados em fazer dinheiro
O egoísmo nos faz seguir nosso próprio caminho
Informações erradas são sempre mostradas pela mídia
Imagens negativas são os critérios principais
Infectando rapidamente jovens mentes como bactéria
Crianças agem como o que vêem no cinema
O que quer que tenha acontecido com os valores da humanidade

O que quer que tenha acontecido com a justiça para com a igualdade em vez de espalhar amor, nós espalhamos hostilidade

A falta da compreensão, conduzindo vidas afastadas da união
Esta é a razão pela qual as vezes me sinto pra baixo
Esta é a razão pela qual as vezes me sinto desanimado
Não é de se admirar porque as vezes me sinto pra baixo...

Manterei minha fé viva para o amor ...”

Trechos da música - Where Is The Love? (Onde está o amor?) - Grupo: The Black Eyed Peas...

Teologia com Graça disse...

Prezados amigos Isabella Passos e Lucas Castro, muito obrigado pela vossa participação no Teologia com Graça. Você além de ser "alguém tão importante para Deus", lembra da velha música, pois bem, pode participar assiduadamente de nosso blog, aliás, deixa de falsa modéstia pois quem dialóga com o pensamento complexo de Schopenhauer, está habilitado para discutir questões simples em nosso blog.
A respeito do livro, a obra pode ser adquirida em Belo Horizonte na loja da CPAD (Rua São Paulo, 1371, Loja 1 , Centro, Belo Horizonte, MG. Fone (31) 3224-5900. Nosso gerente é o prestimoso Geziel Vieira Damasceno), ou então, pelo site da cpad ou clicando no ADQUIRA JÁ que abrirá uma página no site da cpad.
Muito obrigado e que Deus o abençoe.
Esdras Costa Bentho

Teologia com Graça disse...

Prezado Gary Elder, muito obrigado pela sua participação. A letra dessa música é uma radiografia de nosso tempo, de nossa geração e de todas as crises advindas da pós-modernidade.
Muito obrigado
Esdras Costa bentho

Anônimo disse...

Teologia com Graça, realmente tem muita graça esse site que pisa em cima de muitos factos e distorce outro para provar teorias religiosas do século XVIII.
1. A história nunca se preocupou com a origem do homem, pois ela estuda só o período humano em que já existia escrita. A pré-história é domínio da arqueologia. A origem do homem europeu tem início na Geórgia, com o homem de Dmanisi, mas esse fóssil tem muitos antecessores africanos.
2. A fisiologia pode falar o que bem entender, pois as pessoas entendem o que querem e nao o que esta escrito. A "raça" humana pode ter surgido de um casal primevo, mas o mais provavel é que um grupo de mais ou menos 5000 pessoas deram início ao homo sapiens sapiens.
3. Voce quer provas de linguas indo-europeias? Entao escute o que vc fala, pq o portugues faz parte da familia indo-europeia assim como o espanhol, ingles, latim, alemao, sueco, russo, e até mesmo o hindu e o sanscrito. Mas isso nao prova que teve origem em Adao e Eva ou que somos descendentes de um grupo comum, pq a origem do indo-europeu se estende a no maximo 9.000 mil anos atrás, e o homem moderno existe ha pelo menos 120.000 anos em Africa.
4. Características morais, tendencias, apetites, qualidades superiores sao conceitos derivados da cultura social, que sem sociedade nao existiriam, ou seja, nao é inato ao ser humano. Afirmar que somos superiores aos indios, por exemplo, nao é xenofobia racista? Ninguem é superior a ninguem creio eu. Somos todos iguais, como vc mesmo disse quando afirmou que existe uma só "raça".
5. Dizer que o homem de neanderthal (neander = vale na alemanha, que nao tem origem no greco)é uma farsa, é querer ignorar as centenas de achados de fosseis de neanderthais na europa e asia feitos ate hj. É ignorar o homo antecessor, o homo erectus, o homo heidelberguensis, o homem da ilha de flores (todos os 7 esqueletos), o australophitecus afarensis, africanus e robustus, e todos os outros achados que as 3 geracoes da familia Leakey fez,e etc etc etc... é nao querer saber da ciencia nada para alem daquilo que possa ser deturpado e distorcido para provar uma verdade que só interessa a certas pessoas para provar certas teorias bíblicas.

Faculdade de Teologia disse...

Parabens muito bom seu Post,muito interesante!!!!Fik c paz d cristo!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Orkuteiros disse...

Parabéns,parabéns e parabéns!!!
Marcelo Pires- Cidade Teresópolis

ESTUDANDO A BÍBLIA SOB OUTRA ÓTICA disse...

Amados do Senhor Jesus, Graça e Paz!
Sem querer ser presunçoso, o sendo, admiro quando homem e mulheres defendem textos da Bíblia como sendo plenamente "divinos" e provam sua estupidez quando quer discutir (ou ainda argumentar) contra o óbvio. E quero dizer que não se trata tão somente de ser "criacionista, ou evolucionista”, mas sim de ter uma lógica em todo assunto quando que leva a compreender a existência da raça humana e de todos os seres viventes.
A fé cega é estúpida. Isso a tem aqueles que acreditam e defendem a Bíblia como verdadeira "palavra de Deus". Que há uma mensagem, subliminar, nas entre linhas dentro deste livro, isso é um fato, mas que toda ela é a Palavra plena, verdadeira, é uma mentira.
Não tenho espaço para aqui apresentar os muitos enganos, distorções e falsos conceitos que estão explícitos na Bíblia (reunião de livros), por isso me esforço à defender o racional, o lógico e óbvio. Por exemplo, séculos após a morte e ressurreição do Cristo, os doutores da igreja e o sistema que montaram ainda perseguia e mandava para a fogueira, ou forca, a todo aquele que fosse contra a teoria "geocêntrica". Copérnico, com muito receio, teve que burlar toda vigilância da igreja para apresentar sua teoria (a heliocêntrica). O problema é que muitos estudiosos religiosos (e a religião é a cegueira da humanidade) não compreendem que Moisés escreveu o primeiro capítulo de Gênesis, olhando à criação partir do seu mundo, do seu campo visual (bem limitado, por certo, à época), por isso que diz que "Deus criou a terra, depois o universo. Isso é a teoria "geocentrista". Daí Josué mandar o sol parar, quando a terra é que gira, entendeu? É óbvio que a terra, segundo os relatos bíblicos, foi criada depois que foram criados os céus, o universo e todas as criaturas celestiais (estou com a visão e linguagem religiosa, entendam).
Não podemos fazer apologia à ignorância, e estupidez criticando inconseqüentemente o trabalho de homens e mulheres que pesquisaram, fizera ensaios, testes laboratoriais na busca de uma resposta para as dúvidas de todos os seres humanos, inclusive os religiosos. Ora, a ciência não é contra seu próprio Criador, mas é aliada para mostrá-lo a todos que o buscam em "espírito e em verdade".

TEOLOGIA & GRAÇA: TEOLOGANDO COM VOCÊ!



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