DÁ INSTRUÇÃO AO SÁBIO, E ELE SE FARÁ MAIS SÁBIO AINDA; ENSINA AO JUSTO, E ELE CRESCERÁ EM PRUDÊNCIA. NÃO REPREENDAS O ESCARNECEDOR, PARA QUE TE NÃO ABORREÇA; REPREENDE O SÁBIO, E ELE TE AMARÁ. (Pv 9.8,9)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Acã e a Maldição do Pecado

et-Tell, identificada pela arqueologia bíblica como a antiga cidade de Ai. Crédito da imagem http://www.biblearchaeology.org



Introdução

Nesta lição, estudaremos o capítulo 7 do livro de Josué. Nos cinco capítulos precedentes (1.5-5.15), analisamos a preparação e a entrada do povo em Canaã. Já, dos capítulos seis a oito (6.1-8.35 [9]), o livro ocupa-se da conquista da parte central de Canaã. O capítulo sete, portanto, trata de um grave e incômodo estorvo à conquista de Canaã. O tema principal desta seção é: O Pecado e Castigo de Acã.


Comparação entre o capítulo 7 e 8 de Josué

Os capítulos sete e oito formam uma unidade. O capítulo 8 está relacionado ao sete, não apenas pelo uso do advérbio “então” (ARC), mas pelo paralelismo de eventos e idéias que contrastam com o capítulo sete. Vejamos.


1. No capítulo 7 os israelitas fracassam em função do pecado de Acã: A cidade de Ai triunfa.

No capítulo 8 os judeus triunfam em função da eliminação do pecado: A cidade de Ai é destruída.


2. O capítulo 7 trata das causas do fracasso na conquista.

O capítulo 8 da restauração do ciclo de vitórias do povo.


3. No capítulo 7 o pecado é banido.

No capítulo 8 segue-se à confirmação do mal extirpado.


4. No capítulo 7 a comunidade sofre.

No capítulo 8 a comunidade regozija.



Notas Expositivas da Leitura Bíblica

Josué 7.1,5-7, 11,12.


1 – E prevaricaram os filhos de Israel no anátema; porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, filho de Zerá, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel.


a) “Prevaricaram”. O número gramatical do verbo “prevaricar”, expressa o conceito e senso comunitário das tribos de Israel. Toda congregação tornou-se culpada pelo pecado de um só homem, Acã.


Em nossa obra, A Família no Antigo Testamento: história e sociologia, explicamos que o modelo social pelo qual as tribos de Israel viviam chama-se solidariedade mecânica, conforme proposta pelo teórico social Durkheim.


Neste tipo de solidariedade, os indivíduos possuem sua identidade e unidade tribal, mediante a família, a religião, a tradição e costumes vividos pela totalidade das tribos. Todos, igualmente, vivem os mesmos valores, seguindo a tradição ancestral da qual a coletividade procede. Uma “família-tronco” perpetua-se em torno do chefe de família pela instituição de um “herdeiro associado”.


Por conseguinte, o fato de um pecado pessoal transtornar toda uma comunidade deve-se, em grande parte, à estrutura deste tipo de sociedade. As famílias, separadas por clãs patronímicos, mas unidas pela identidade coletiva, normalmente, não agiam sozinhas, mas em grupo. Aidentidade de um indivíduo confundia-se com o grupo a que pertencia.


O povo de Israel, portanto, valorizava a integração e a interdependência, entre as tribos e as pessoas, como valoresquando um israelita pecava, todo o povo assumia a responsabilidade pela transgressão cometida. Por isso, todo o Israel foi castigado em conseqüência do pecado de Acã (vv. 11,12).


Israel, a totalidade do povo, era um corpo composto por vários membros (cada uma das tribos). O texto de Números 1.2, apresente adequadamente esse conceito: “Levantai o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, contando todos os homens, nominalmente, cabeça por cabeça” (ARA).


Essa perícope apresenta: “congregação” (‘ēdâ) – todo o povo de Israel; “famílias” (mishpāchâ) – o clã, como principal unidade social; e “casa” (bayît) – a unidade consangüínea menor do que a tribo, onde vivem os indivíduos. [1]


Um pecado praticado por um membro da “casa” (bayît) afetava a totalidade da ‘ēdâ (congregação). Os versículos 13-19 têm como fundamento sociológico estas divisões: “santifica o povo” (v.13); “vossas tribos” (v.14); “segundo as famílias” (v.14); “chegará por casas” (v.14); “chegará homem por homem” (v.14). imprescindíveis à unidade do povo. De acordo com esses princípios, o pecado de um afeta a todos. Esse mesmo princípio afeta também a igreja. Atente, por exemplo, aos textos paulinos em 1 Co 5; 12; 14. Ou ainda Rm 5.12-21, onde encontramos as conseqüências da transgressão de Adão e os efeitos da obediência de Cristo disseminados a toda humanidade.


b) “Anátema”. O termo já foi esclarecido na lição. Trata-se do termo hebraico chērem, [2] literalmente, “maldição”. Esse vocábulo procede de chāram, cujo significado básico é “consagrado”, ou “coisa consagrada”.


De acordo com a raiz, hrm (חרם), os tradutores da Septuaginta (LXX) verteram o vocábulo para anathématos (αναθέματος), traduzido em nossas Bíblias por “anátema”. Pesquisas, não muito recentes, afirmam que o “anátema”, como o conhecemos por meio das Escrituras Hebraicas, também era difundido em Mari e nas regiões da Mesopotâmia com o nome de asakkum. Asakkun era como se denominava os bens de uma divindade, de um rei, ou de um comandante militar. [3]


Um caso significativo para entendermos o conceito de chērem, está em Números 21.2,3, quando os israelitas prometem “destruir totalmente” as cidades da região sul de Canaã [4]. Isto quer dizer que essas cidades seriam “consagradas ao Senhor para destruição”, constituindo-se, portanto, em cidades anátemas ou consagradas para a ruína.


Um dos objetivos primários para que o exército de Israel assim procedesse, encontra-se em Deuteronômio 13.12-17. Especificamente, o versículo 16 afirma: “E ajuntarás todo o seu despojo no meio da sua praça e a cidade e todo o seu despojo queimarás totalmente para o Senhor, teu Deus, e será montão perpétuo, nunca mais se edificará”.


Desejava-se com isto, evitar que o povo se corrompesse, espiritual e moralmente, com as riquezas sacrificadas aos demônios-ídolos (Dt 32.16,17; Lv 17.7; 2 Cr 11.15). Jericó estava, portanto, debaixo dessa lei. O versículo 17 confirma: “Também nada se pegará à tua mão do anátema, para que o Senhor se aparte do ardor de sua ira, e te faça misericórdia, e tenha piedade de ti, e te multiplique, como jurou a teus pais”.


Ora, a apódase [5] é condicional. Caso alguém dentre o povo desobedecesse a esta lei irrevogável e inexorável, o oposto à promessa seria o juízo sobre o povo: inclemência e crueldade no lugar da misericórdia; impiedade ou “desumanidade” no lugar de piedade; divisão e extermínio da raça em vez de multiplicação da descendência.


Foi justamente o antônimo desses léxicos beatíficos (misericórdia, piedade e multiplicação) que se deu inicio na conquista de Ai. Os versículos 11 e 12 da Leitura Bíblica confirmam essa assertiva: “Israel pecou, e até transgrediram o meu concerto que lhes tinha ordenado, e até tomaram do anátema, e também, furtaram, e também mentiram, e até debaixo da sua bagagem o puseram. Pelo que os filhos de Israel não puderam subsistir perante os seus inimigos; viraram as costas diante dos seus inimigos, porquanto estão amaldiçoados; não serei mais convosco, se não desarraigardes o anátema do meio de vós.”


Este castigo é a resposta da “ira de Deus” contra o pecado. Naquele fatídico dia, “os homens de Ai feriram deles algunsseis, e seguiram-nos desde a porta até Sebarim, e feriram-nos na descida; e o coração do povo se derreteu e se tornou como água” (v.5 cf. v.13,15).

Somente a expiação da culpa, isto é, a eliminação do pecador, interromperia o processo iniciado em Ai (vv.24,25-8.1ss). A transgressão de Acã, segue-se imediatamente à identificação da linhagem do “perturbador” de Israel. Interessante é o fato de os ascendentes de Acã possuírem nomes nobres: Carmi, “vinha” e, Zerá, “brilho do sol”, enquanto o nome do personagem principal, Acã, quer dizer “perturbação”, “perturbador”, “turbar”. No versículo 25 a aliteração [6] entre os nomes Acã e Acor é digno de nota. Ambos procedem da mesma raiz e correspondem em significado: “provocar calamidade” ou “perturbação”.


c) “A ira do Senhor”. Esta é uma expressão antropopática [7], isto é, ao Senhor são atribuídos afetos ou sentimentos humanos.


Uma outra forma de os hagiógrafos descreverem a ira de Deus é através do antropomorfismo nariz ou narinas (Êx 15.8; Sl 18.8-16). Neste aspecto há uma estreita relação entre o termo nariz e ira. Nariz, no hebraico, ’ap, uma vez dilatado representa a ira, pois na mentalidade semítica, o furor, a ira e a cólera se expressam por respiração mais veemente, ou exalação nasal mais intensa. No versículo 26, a expressão “ardor da sua ira” é chārôn ’ap, em sentido antropomórfico, “o furor das suas narinas”. Daí os autores usarem a figura do “nariz fumegante do Senhor”, para expressar a ira divina.


A ira do Senhor designa tanto a justiça de Deus que pune os homens maus, como também ao seu descontentamento com aquilo que é malévolo ou injusto. A ira do Senhor é contra o pecado, a fim de extirpá-lo da congregação santa. Assim sendo, encerra o versículo 26: “Assim o Senhor se tornou do ardor da sua ira; pelo que se chamou o nome daquele lugar o vale de Acor”, isto é, o “vale da perturbação”. No profetismo tardio, “vale de Acor", tornar-se-ia “lugar de esperança” (Os 2.14,15).


Lições Práticas


Observe o efeito deletério do pecado e a autoconfiança desprovida da bênção de Deus. A cidade de Ai estava em menor número: “Não suba todo o povo; subam uns dois mil ou três mil homens, a ferir Ai; não fatigueis ali todo povo, porque são poucos os inimigos” (7.3). Consideravam-se vitoriosos pela pequenez do exército de Ai, entretanto, foram derrotados e humilhados.


Neste episódio, Josué ouve os espias e fracassa (7.2,3). Depois ouve a Deus e triunfa (7.7-15). Por que não fez o inverso? Por que não consultou a Deus? Deste fato podemos extrair sete preciosas lições para nossas vidas e também para nossos alunos, quais sejam:


(1) Uma poderosa vitória ontem, não garante uma pequena vitória amanhã;


(2) Apesar de os fatos estarem a nosso favor, é melhor consultar e confiar em Deus. Orar, mesmo por aquilo que parece óbvio, é uma demonstração de submissão irrestrita ao Senhor.


(3) É sempre melhor ouvir a Deus do que os homens, até mesmo quando os fatos e as coisas estão evidentes. Como afirma o Salmo 118.8: "É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem".


(4) Depender de Deus significa dar prioridade a Deus em tudo.


(5) A santificação é indispensável à vitória. A santificação de ontem garante a vitória de hoje. Todavia, para vencermos depois de amanhã é necessário continuar o processo iniciado anteontem (7.13).


(6) Muitos cristãos fracassam mesmo quando a batalha é pequena, mesmo quando o inimigo, seja ele qual for, não se apresenta renhido, tudo isso porque prefere confiar na própria força, méritos, inteligência e justiça.


(7) O justo confia e consulta o Senhor e não se aparta Dele! Sabe que, grande ou pequeno o problema, quem o faz triunfar é Cristo.


Notas


[1] Mais detalhes a respeito da estrutura social de Israel o Antigo Testamento, consulte: A Família no Antigo Testamento: história e sociologia. 3.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

[2] Na lição está grafado hērem, mas por razões instrumentais a consoante hebraica heth ( ח ) não foi grafada conforme à norma culta. A pronúncia equivale aos dois “rr” da palavra “carro” [rrerem].

[5] Ver HESS, Richard. Josué: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 41.

[4] Cf. HARIS, R. L. (et al) Dicionário internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Edições Vida Nova, 2001, p. 534.

[5] A segunda parte de um período gramatical, em relação à primeira.

[6] Repetição de fonemas no início, meio ou fim de vocábulos próximos, ou mesmo distantes (desde que simetricamente dispostos) em uma ou mais frases. Ver Hermenêutica Fácil e Descomplicada. 8.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

[7] Ver Hermenêutica Fácil e Descomplicada. 8.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.237-42.

18 comentários:

Márcia Andrea disse...

A Paz do Senhor Pr. Esdra, mas uma vez quero lhe parabenizar pelos seus artigos abençoados, gostei muito da parte prática e pretendo segui-la. Que Deus venha continuar lhe abençoando. Amém

Márcia.

Pastor Geremias Couto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pastor Geremias Couto disse...

Caro Esdras:

Vejo as lições práticas como a parte mais importante do comentário. É óbvio que elas dependem do que, antes, foi construído como proposta teológica. Se a teoria for boa, mas não houver o correspondente prático, não alcançaremos o fim desejado: a aplicação da lição. Parabéns pela contribuição dada através do seu ilustrado blog.

Abraços

julio cezar praxedes da silva disse...

Paz do Senhor Pastor Esdras , gostei muito da lição e reconheci o poder de Deus contra o pecado tirei muitas dúvidas e saio para aula vitorioso . Que Deus possa lhe abençoar

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezada irmã Márcia, obrigado por sua participação no Teologia & Graça. Fico feliz que o artigo tenha sido útil ao vosso trabalho.

Mais uma vez, obrigado por suas palavras carinhosas, e que Deus a abençoe.

Um abraço

Esdras Bentho

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Pr. Geremias do Couto, obrigado por sua significativa participação no Teologia & Graça.

Der fato, seja na docência seja em qualquer exposição bíblica, a prática deve estar fundamentada nos fundamentos inabaláveis das Escrituras. A exegese dos textos bíblicos deve preceder a prática cristã, pois antes de a Bíblia ser prescritiva é descritiva. A exegese, portanto, auxília o professor a aplicar contextualmente as lições escriturísticas aos nossos alunos.

Um abraço e obrigado por sua participação, que muito honra este blog.

Esdras Bentho

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado irmão Júlio Cezar, muito obrigado por sua participação no Teologia & Graça. Fico feliz em saber que a exposição do texto da lição lhe auxiliará na ministração da lição desta semana.

Obirgado pelo incentivo.
Um abraço
Esdras Bentho

Rodrigo de Aquino disse...

Olá Esdras, aqui é o Bibo de Joinville, como estás? Não sei se sabes, mas estou trabalhando no CEEDUC, na equipe de pesquisa! deixaste uma marca fortíssima nos livros da EPOS, quase indeléveis.

Sobre o post, gostei, pois o txt está claro e suas aplicações não são espiritualistas, mas reais, feitas de carne e osso. destaque para a explicação do pecado coletivo, muito esclarecedor e desmistificador.

abraços

Rodrigo de Aquino (Bibo)

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado irmão Rodrigo, "Bibo, quanto tempo [...] É uma satisfação tê-lo participando no Teologia & Graça. Fiquei muito feliz que você esteja trabalhando no CEEDUC, principalmente na equipe de pesquisa, a qual tive o privilégio de ser ocorrdenador durante vários anos. Sem dúvida um dos melhores cursos teológicos do Brasil.
[Provavelmente] já terminaste o Bacharelado no Ceteol? Como estão aqueles maravilhosos professores, entre os quais [até a minha época] Kirschner, Sandra Maurer, Dilmar, Wise, entre outros?
Grato pela participação e suas palavras motivacionais

PB.JAILSON TRAJANO disse...

Parabéns Pr.pelas abordagem do comentário principlamente na parte pratica!
Quando o sr vier aqui em PE espero conhece-ló pessoalmente sou um grande admirador seu.
Continuamos orando pelo seu ministério que tem sido uma benção para todos nós!
Paz o senhor e até breve!

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Pb. Jailson muito obirgado por suas palavras carinhosas e motivacionais. Agradeço a Deus por permitir essa interação amigável entre nós. Agradeço também pelas orações. E, quanto ao conhecimento mútuo, também é verdadeiro de minha parte.

Um abraço
Esdras Bentho

Anônimo disse...

Querido pastor, apenas um esclarecimento. Há no seu texto a frase "Ora, a apódase [5] é condicional". Consultei o dicionário e verifiquei a grafia correta de "apódase", que é apódose.Um abraço.

Rodrigo de Aquino disse...

Sim meu irmão, estou formado, graças a Deus...ufa, agora estudo Filosofia.
desses professores que elencaste, só Wise está por lá! Mas outros muito competentes, estão por lá!

Aquele Abraço
paz

Elisomar disse...

Pastor Esdras,
Essa postagem me fez entender coisas que até então não tinha conhecimento. O pastor Altair, nos indicou no estudo bíblico o seu blog. Muito bom! Que o Senhor continue te dando sabedoria.
Graça e Paz!

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado Rodrigo, mais uma vez obrigado por sua participação em nosso blog.

Uma pergunta, você possui o comentário de Romanos do Wise, acho que publicado pela Sinodal?
Será que eu consigo um volume na livraria Sinodal lá do centro de Jll?

Um abraço
Esdras Bentho

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezada irmã Elisomar, obrigado por sua participação noTeologia & Graça. Agradeço a irmã pelas palavras motivacionais. Agradeço ao Pr. Altair pelo apreço. De fato é muito motivador!
Obrigado
Esdras Bentho

Esdras Costa Bentho disse...

Kharis kai eirene

Prezado(a) anônimo(a), obrigado pela correção. Na pressa, algumas vezes acabo escorregando!

Mais uma vez obrigado e continue atento, pois tenho sido abençoado com suas observações.

Um abraço
Esdras Bentho

Valdeci do Carmo disse...

De muita relevância os comentários em seu blog. Uma verdadeira enciclopédia virtual. Que Deus continue o abençoando ricamente neste profículo ministério. Desejo-lhe as mais ricas b~ençãos do Senhor. um abraço

TEOLOGIA & GRAÇA: TEOLOGANDO COM VOCÊ!



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