DÁ INSTRUÇÃO AO SÁBIO, E ELE SE FARÁ MAIS SÁBIO AINDA; ENSINA AO JUSTO, E ELE CRESCERÁ EM PRUDÊNCIA. NÃO REPREENDAS O ESCARNECEDOR, PARA QUE TE NÃO ABORREÇA; REPREENDE O SÁBIO, E ELE TE AMARÁ. (Pv 9.8,9)

sábado, 23 de junho de 2007

Criação, Evolucionismo e Teoria da Lacuna

d) Obra de Consumação
Tal qual a obra da criação (1.1-2), diz respeito ao mundo inteiro: o autor refere que Deus descansou de todas as suas obras e abençoou o sétimo dia de descanso (2.1-3).
[1] Segundo as Escrituras a criação ocorreu em seis dias sucessivos:

Dia Texto Tema

Primeiro Dia (1.2-5): Criação da Luz
Segundo Dia (1.6-8): Separação das Águas
Terceiro Dia (1.9-13): Criação da Vida Vegetal
Quarto Dia (1.14-19): Criação do Sol, da Lua e das Estrelas
Quinto Dia (1.20-23): Criação dos Peixes e das Aves
Sexto Dia (1.24-31): Criação dos Animais da Terra e do Homem
Sétimo Dia (2.1-3): Deus Descansa.


Uma minuciosa investigação revelará que as palavras forma e vazia, são os conceitos precípuos da história da criação. Os atos do 1º, 2º e 3º dia ocupam-se especificamente do verbo formar, enquanto o 4º, 5º e 6º dia do conteúdo pleno dessa forma.

FORMA CONTEÚDO PLENO

1º Dia Luz e Trevas 4º Dia Luzeiro do Dia e da Noite
2º Dia Mar e Céus 5º Dia Criatura das Águas e dos Ares
3º Dia Terra Fértil 6º Dia Criaturas da Terra
[2]

Existe uma grande simetria entre o 3º e o 6º dia, pois se referem a produção de dois, e não de um só gênero de criaturas. Oito são, pois, as produções ou obras que o hexaémeron narra distintamente.


II – Evolucionismo e Criacionismo.

1. Evolucionismo

O Progresso do evolucionismo deve-se em grande parte:

1. Ao problema moral.
2. Ao desejo do homem iluminista de contrapor-se às concepções religiosas da época. 3. A aceitação da evolução como um dogma filosófico.

Com o abandono da filosofia clássica, o progresso do racionalismo e o desejo premente do iluminismo de lançar em águas abissais a Idade das Trevas, o homem secular elaborou para si teorias e novas cosmovisões do mundo. Foi a época do progresso da civilização, que se livrava das pegajosas teias da Idade Média. Neste percurso, surge o racionalismo, o cientificismo, o positivismo, o humanismo, e também, o evolucionismo.

Se o evolucionismo ficasse apenas no campo da perquirição científica, seria apenas uma teoria que necessitaria de comprovações; e com certeza, as inúmeras fraudes de restos fósseis empreitados pelos adeptos da teoria, já a teria relegado ao logro científico. Contudo, não é o que aconteceu! Isto porque o evolucionismo é mais do que uma hipótese ou teoria científica é um dogma filosófico.

1.2. Sinopse
O evolucionismo não é uma teoria nova. No corredor da história da filosofia grega encontramos entre os filósofos aqueles que elaboraram teorias das quais podemos considerar como a gênese do darwinismo.

a) O naturalista Tales de Mileto[3], por exemplo, postulava certo grau de evolução das espécies a partir das águas, pois constatava que todos os seres vivos são de natureza úmida.

b) Heráclito de Éfeso [4], outro naturalista pré-socrático, afirmava “que tudo se move”, tudo escorre”, e que nada permanece imóvel e fixo, mas ao contrário tudo muda e se transmuta, sem exceção. Muito tempo depois da teoria evolucionista ter passado de uma ou de outra forma pela consideração de filósofos como Aristóteles, Leibniz, Herder, Hegel[5] e até mesmo pelo avô de Darwin[6], o naturalista Erasmus Darwin, é que surge Charles Darwin.

1.3. Charles Darwin e a origem das espécies.
Charles Darwin nasceu em 1809 em Shrewsbury na Inglaterra e morreu em 1882. Estudou em Cambridge e dedicou sua vida ao naturalismo. Em 1831 viajou nas ilhas do Oceano Atlântico e Pacífico, esteve também no Brasil, pesquisando sobre as espécies e anotando os informes colhidos. Somente em 24 de novembro de 1859 é que a obra de Darwin, “A Origem das Espécies”, que divulgava entre outras coisas, a antiguidade da terra em milhões de anos e a teoria sobre a origem e evolução das espécies, foi lançada.

Nessa obra, Darwin afirmava que a vida evoluiu de organismos unicelulares para o seu estado mais elevado, o ser humano, através de uma série de transformações biológicas complexas que ocorreram durante milhões de anos; e que o ancestro mais próximo do homem era os símios. O livro de Darwin foi recebido como nitroglicerina sobre o conceito criacionista e ortodoxo do mundo de então. Não se necessitava mais de um agente metafísico para responder ao homem de onde ele veio.
[7] Foi nessa perspectiva que o evolucionista Sir Julian Huxley, expressou no centenário darwiniano em Chicago, em 1959: “Na evolução não há lugar para o sobrenatural. A terra e seus habitantes não foram criados, eles evoluíram...A evolução é a base de todo o nosso pensar”.[8]

1.4. A Reação da Igreja

A igreja se posicionou de vários modos em relação a teoria evolucionista. Para se conformar aos grandes períodos da antiguidade da terra, o erudito escocês, George H. Pemper, formulou a teoria da terra caótica ou da lacuna. Os teólogos liberais criaram a “teoria das fontes”, abordaram as Escrituras com a ênfase da “história das religiões comparadas” e com a aceitação do “naturalismo como uma visão filosófica do mundo”. Negaram o nascimento virginal de Cristo, a natureza divina de Cristo, e até mesmo a ressurreição corpórea do Senhor. Por outro lado, a reação da ortodoxia não demorou. Foram reafirmadas as doutrinas fundamentais das Escrituras, especificamente o criacionismo e a origem divina do homem.[9]


1.5. Evolucionismo Ateísta e Teísta

As teorias acerca da criação do homem são as mais variadas possíveis. As duas teorias principais são: O Criacionismo e o Evolucionismo.
A teoria evolucionista que defende a hipótese do desenvolvimento inferior de vida até a evolução em seu estágio completo como observamos atualmente, está dividida em dois grupos:


  • Evolucionismo ateísta:
    Essa forma de evolução é conhecida também como evolução naturalista. Ela defende através da seleção natural, ou seja, da “sobrevivência dos mais fortes e aptos”, que as diversas espécies e formas de seres chegaram a ser o que são através de uma evolução do acaso. Basicamente, quase todos os tipos de documentários sobre a origem das espécies, dinossauros e do homem vinculados na mídia são dessa categoria. O evolucionismo ateísta defende que o homem evoluiu de um antepassado parecido com o macaco, mas não indica a época definida em que se deu o último passo do processo. Nega totalmente a existência de Deus como Ser Supremo ou como a Causa Primeva da Criação. Nega as Sagradas Escrituras como Revelação de Deus, e não aceita a criação do homem como parte da vontade divina. É materialista e fatalista.
    [10]

    Evolucionismo teísta:
    Ao contrário do ateísta, é pseudocristão ou apenas cristão nominal. Segundo a crença do evolucionista teísta Deus foi a causa primeva da matéria, criou-a em um estado que fosse ela mesma capaz de auto evoluir ou transformar-se até o seu estágio definitivo – o homem. Embora concebam a existência de Deus como a “causa” primeira da criação, impugnam a natureza e os atributos de Deus. Aceitam a hipótese de que os homens evoluíram de uma forma inferior de vida impressa na matéria pelo Criador. Sua forma de interpretação bíblica é liberal e simbólica. Isto posto, o evolucionismo teísta é improdutivo como teoria teológica, pois propõe o mesmo modelo da evolução ateísta, acrescentando apenas que Deus é o agente que criou a matéria da qual tudo evoluiu. Essa forma de evolucionismo, assim como a anterior, é insustentável à luz das Escrituras.
    [11] É provável que o mentor epigênico[12] da evolução, Darwin, tenha sido um evolucionista teísta.

1] Id.Ibidem, 1955, p.38.

[2] KIDNER, Derek. Gênesis: introdução e Comentário.São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1991, p.43.
[3] Tales de Mileto foi o pensador que se atribui o princípio da filosofia grega. Era procedente da Jônia, e viveu provavelmente nas últimas décadas do século VII a.C. Ele sustentava que a água é o princípio (arkh‘) ou a origem de todas as coisas. O princípio é aquilo do qual todas as coisas derivam.

[4] Viveu entre os séculos VI e V a.C.

[5] Uma visão resumida dos conceitos pré darwiano de cada um desses filósofos e também de outros não alistados confira CHAMPLIN, R.N.; BENTES, J.M. Enciclopédia de Bíblia teologia e filosofia. V.2 (D-G). São Paulo: Editora Candeia, 1991, p.609.
[6] No século XVIII, o avô de Darwin e o cientista francês Comte de Buffon, acreditavam que quando uma planta ou um animal adquire do seu meio ambiente um caráter novo, pode transmiti-lo à sua progênie, resultando em mudanças que explicam a evolução. Cf. Veio o homem a existir por evolução ou por criação? New York, U.S.A.: International Bible Students Association, 1967, p. 12.

[7] Caberia aos filósofos seguintes darem sua contribuição à antropologia: Marx, com sua teoria do homem econômico, Freud (homem instintivo), Kierkegaard (homem angustiado); Haidegger (homem existente), Gadamer (homem hermenêutico), Luckmann (homem religioso), e assim sucessivamente.

[8] Times de Nova Iorque, EUA, 29 de novembro de 1959 apud Veio o homem a existir por evolução ou por criação? New York, U.S.A.: International Bible Students Association, 1967, p. 7.

[9] Informações detalhadas sobre alguns aspectos relacionados a teoria da lacuna e da teoria das fontes, confira: EPOS. Antigo Testamento I. Mod. I.V.6. Santa Catarina: Faculdade Teológica Refidim, 2002, p.17-30;43-45.

[10] O fatalismo é a filosofia ou a doutrina que admite que o curso da vida humana está, em graus e sentidos diversos, previamente fixados, sendo à vontade ou a inteligência impotente para dirigi-lo ou alterá-lo. O homem está destinado a morte e ao caos.

[11] Confira outros detalhes sobre o evolucionismo teísta in BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo: Luz Para o Caminho, 1992, p.162.

[12] Isto é, um teorista que se ocupa em apresentar as mudanças que ocorrem durante o processo de desenvolvimento dos seres.



10 comentários:

ALTAIR GERMANO disse...

Paz do Senhor pr. Esdras. parabéns pelo trabalho que vem desenvolvendo. Inclui seu blog nos meus favoritos. Gostaria que você desse uma conferida no altairgermano.blogspot.com e se achar interessante, quem sabe não poderá add aos seus favoritos. Um abraço dos irmãos aqui de Abreu e Lima-PE.

Pastor César Moisés disse...

Caro Evangelista Esdras

Parabéns pela continuidade do assunto e, parabéns pelo aniversário (25).

Deus o abençoe.

www.marketingparaescoladominical.blogspot.com

Teologia com Graça disse...

Prezado Altair, muito obrigado pelas palavras motivacionais. Agradeço pela colaboração e por mais esta amizade que se inícia. Apesar de estarmos tão longe, acredito que podemos compartilhar idéias.
Quanto ao seu blog, irei conferir e não vejo qualquer problema em "linkarmos".

Nos laços do Calvário,
Esdras Bentho

Teologia com Graça disse...

Prezado Pr. César Moisés...você é um companheiro motivacional. Muito obrigado pelas felicitações de aniversário.
Estamos aguardando as novidades no blog:www.avidaderebeca.blogspot.com
Aguardo ansiosamente o lançamento do livro, cujo blog representa as idéias e a filosofia do livro. Mais um excelente espaço para aqueles que discutem teologia e ciência, criacionismo e evolucionismo.
Meus parabéns.

Anônimo disse...

OASPECTO SALVADOR DA FÉ.

“Justificados, pois pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso senhor Jesus Cristo; por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da gloria de Deus. Romanos 5:1-2.”

No que tange ao tema em apresso, não é nada fácil defini-lo, haja vista, ser um assunto que em muitas vezes é causador de grandes debates. Em uma definição mas simples, podemos afirmar a fé salvadora, como o ato da alma voltar-se para Deus, assim como o arrependimento é o ato da alma voltar-se contra o pecado. “o arrependimento e a fé são graças inseparáveis, eles agem em sintonia. Quando um homem é vivificado para vida, não pode haver lapso de tempo antes dele arrepender-se, nem pode haver qualquer depois que ele crê. Doutra maneira, teríamos a nova natureza em rebelião contra Deus.” A fé nos faz viver da vida do Cristo, como também nos justifica; introduz em nós as riquezas do Espírito como também a justiça de Deus.

DISTINÇÃO DE TERMOS.
Tais termos são: “crença, esperança, a fé, e fé.” A palavra crença é freqüentemente usada no mesmo sentido que apalavra fé, mas muitas vezes ela serve para denotar um elemento da fé, o intelectual.
Esperança tem a ver exclusivamente com o futuro, enquanto que fé engloba passado presente e futuro.
A fé, esse termo tem a ver com a soma total da doutrina cristã, conforme contida nas escrituras. (Atos 6:7).
O que é fé? A fé não é totalmente explicada em Hb. 11:1. Essas palavras não são uma definição ou uma avaliação completa da fé: elas dizem o que a fé é, mas não dizem tudo o que ela é, e não separa de tudo que ela não é.
No que tange ao aspecto salvador da fé podemos destacar três elementos fundamentais:

O ELEMENTO INTELECTUAL. Este elemento inclui a crença na revelação de Deus na natureza e nos fatos históricos da escritura, e nas doutrinas ali ensinadas quanto a pecaminosidade do homem, a redenção providenciada em Cristo. Embora este elemento de fé seja grandemente menosprezado hoje em dia, é no entanto fundamental para os outros constituintes da fé. O apostolo Paulo diz: “A fé vem pela pregação da palavra de Cristo (Rm. 10:17)”.

O ELEMENTO EMOCIONAL. Podemos destacar Mt. 13:20, 21. “O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, sendo antes de pouca duração; em lhe chegando a angustia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza”. Essa referencia insinua uma aceitação parcial e temporária da verdade de Deus, diferente de uma apropriação completa de sua mensagem e de seu Cristo. Podemos definir o elemento emocional da fé como o despertar da alma para suas necessidades pessoais e para a aplicabilidade pessoal da redenção fornecida em Cristo, juntamente com um assentimento imediato a essas verdades. É o tipo de situação que encontramos em eventos de reavivamento, que dão ênfase indevida ás emoções. Parece haver uma aceitação imediata de Cristo e uma manifestação do fruto da nova vida; mas como na parábola do semeador, chegando a angustia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
Embora o elemento emocional certamente tenha que ser reconhecido como um constituinte da fé, não deve se tratado como se fosse a única característica da fé. Aqueles que tem uma quantidade indevida de emoção em sua fé, tem a tendência a escorregar e sentir a necessidade de serem salvos muitas vezes novamente.


O ELEMENTO VOLUNTARIO.
Este elemento da fé é a conseqüência lógica do intelectual e do emocional. Este aspecto inclui a rendição do coração a Deus, e a apropriação de Cristo como salvador. Crer Nele como Senhor é reconhecê-lo como Senhor; e não podemos reconhecê-lo como Senhor sem que abdiquemos o nosso próprio eu. Está observação a respeito da fé é hoje em dia muitas vezes ignorada ou mesmo deixada para uma outra época posterior de consagração, mas as Escrituras a ligam com a experiência inicial da salvação. Este elemento voluntário, dificilmente é mencionado, justamente porque é uma maneira de excluir todo o mérito humano no que diz respeito ao aspecto salvador da fé.

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus. Ef. 2:8”

Paulo argumenta enfaticamente que o homem é justificado no principio da fé, que é oposto ao principio das obras. O fundamento de minha justificação não é nada dentro de mim, tão pouco a justiça de minha mente ou minha atitude, ou até mesmo minha vontade; mas é obra objetiva de Cristo em sua morte. A fé é o meio pelo qual a obra de Cristo é apropriada individualmente. Significa a renuncia de qualquer esforço de justificar-se a si mesmo e uma completa confiança na obra de Deus em seu favor. Desse modo, exclui qualquer ostentação; a fé é, de fato, absolutamente oposta á ostentação. “Ostentação significa a exaltação de si mesmo e de suas próprias realizações; essa atitude é, em sua essência, a própria pecaminosidade”. A Fé é uma confiança total em Deus e na providencia divina para a salvação.

QUAL É A BASE DA NOSSA FÉ?
A base da fé cristã, esta totalmente implícita no evangelho de Jesus Cristo. Este evangelho citado, não é referente aos evangelhos “Mateus,Marcos e Lucas”, estes são chamados de evangelhos pois seus escritores eram evangelistas. O evangelho que referimos é a morte e a ressurreição de Cristo. O evangelho de Deus é uma pessoa, é seu próprio filho.
O apostolo Paulo nos mostra como esse assunto é profundo;(Romanos 16:25-26. Ora, aquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto, Mas que se manifestou agora e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé.). Também (Colossenses 1: 26. O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos). Paulo mostra que o plano da salvação do homem esta estabelecido antes mesmo da própria existência humana. Cristo e sua obra redentora são apresentados como o mistério de Deus, oculto desde os tempos eternos. Essa palavra “eterna”, deixa clara a onisciência de Deus. Portanto, afirmamos crer, conhecer, e servir um Deus eterno, juntamente com o seu propósito eterno de salvação “Cristo em vós, a esperança da gloria”.

bianca maiara disse...

oi! PAZ DO SENHOR! tudo bm?
eu li um artigo sobre o evolucionismo e tem 4 coisas importantes que desejo comentar:
- Deus pode não só ter criado o ser primário mas ter guiado toda a evolução;
-só por que as espécies evoluíram não quer dizer que Adão também tenha sido fruto da evolução;
- existem provas concretas da evolução que foram achadas agora nesse século como o peixe tiiktalic
- existe um versículo bíblico evolucionista: sl 33,9 parte a:Ele disse:faça!e tudo SE FEZ.
mas fora isso parabéns pelo texto. paz do Senhor!

Faculdade de Teologia disse...

Parabens muito bom seu Post,muito interesante!!!!Fik c paz d cristo!!!
Abs!
Faculdade Teológica

Michael rossane disse...

Michael Rossane, estudante de Teologia. A paz de Cristo Pr.Esdras, e demais Pastores. Parabéns por tão maravilhoso conteúdo, estudos edificantes, as músicas que nos dispertam uma certa curiosidade a nos aprofundarmos mais na história, na Palavra de Deus, pois esses conteúdos são de sumo importância para o Cristão que queira conhecer de forma íntegra a Palavra de Deus. Pois estudar história da Igreja é comemorar, é buscar a memória cristã de cada um.Por que? Porque Deus entrou na história, atuou na história e está levando a história a um alvo. Deus abençoe a todos, e com certeza, estou indicando para muitos sobre este Blogger, continuem investindo neste blogger, com matérias excelentes como já é de prática.

yayazinha disse...

adoreiiiiiiiiiiiiii

Michael disse...

A paz de Cristo novamente Pr. Esdras. Estou montando um blog, depois me faça uma visitinha,pois tenho o link desse blog lá. Abraços

http://apaixonadopormissoes.blogspot.com/

TEOLOGIA & GRAÇA: TEOLOGANDO COM VOCÊ!



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